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Montblanc lança nova campanha global de marca

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Há mais de 100 anos, Montblanc reconheceu uma grande mudança na forma como as pessoas se moviam e viajavam e se propôs a fazer canetas e bolsas para acompanhar aqueles que abraçaram o poder inspirador de sua mobilidade recém-descoberta. Hoje, sob a bandeira de sua plataforma global What Moves You Makes You, Montblanc existe para inspirar as pessoas a viver uma vida de propósito e paixão, deixando uma marca no mundo seguindo o que realmente as move. A nova campanha de Montblanc, “On The Move”, articula uma nova visão de mobilidade que está no centro do DNA de Montblanc: a maneira como nos movemos inspira a marca que deixamos.

“Montblanc sempre entendeu o poder da mobilidade, de se mover livremente não apenas fisicamente, mas seguir em frente para crescer e, finalmente, prosperar. Com essa nova campanha, estamos incentivando uma nova geração de clientes Montblanc a sair e se mover com paixão, curiosidade e estilo, à medida que eles buscam o que realmente importa para eles na vida”, explica Vincent Montalescot, Montblanc CMO.

A campanha apresenta o Montblanc Mark Maker e ator Cillian Murphy, que passou a vida tomando suas próprias decisões, escolhendo sua própria direção em seu caminho para o sucesso. No filme da campanha, Cillian Murphy pode ser visto se movendo através de um mundo que se movimenta em uma direção diferente de todas as outras. Ao fazer isso, ele revela que seguir as paixões é provavelmente a direção certa para se mover. Criada pela premiada agência Wieden + Kennedy Amsterdam e executada pelo diretor Ian Pons Jewell, a técnica cativante ilumina uma jornada aparentemente cotidiana e marca uma evolução para a marca ao articular sua visão para a mobilidade.

“É fácil questionar se você tomou a direção certa na vida e se perguntar o que poderia ter sido se você tivesse tomado outro caminho. Embora a maneira como nos movemos certamente nos define, esta campanha finalmente revela que se você fizer o que te move e realmente significa algo para você, então você provavelmente está indo na direção certa”, diz o ator e Montblanc Mark Maker Cillian Murphy.

 

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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