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Mondelez e Mr. Bey firmam parceria inédita

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Para proporcionar momentos especiais com sabores ainda mais irresistíveis, a Mondelēz Brasil, líder global em snacks, e a Mr. Bey Sobremesas Premium, líder da categoria de sobremesas congeladas Premium, se juntaram em uma parceria inédita para lançar uma linha de sobremesas congeladas com os chocolates Lacta e Biscoitos Oreo.

Os produtos, que prometem aquecer o segmento de congelados, chegam ao mercado em março de 2021 com distribuição nacional. Ao todo, serão 6 lançamentos em versões para o varejo, atacado varejista e food service, incluindo o produto mais famoso da Mr. Bey, o Petit Gateau, nas versões Diamante Negro e Laka & Diamante Negro – além de outras delícias como o Mousse Lacta ao Leite, Mousse Laka & Oreo e Tortas Oreo e Diamante Negro. As sobremesas são fiéis aos sabores originais dos chocolates e do biscoito, e foram desenvolvidas respeitando a essência de cada marca.

Com a parceria, as empresas pretendem ampliar a participação nas categorias de sobremesas congeladas, ainda muito concentrada em sorvetes.  Para a Mondelēz Brasil, o licenciamento de marcas proprietárias, consolidadas no mercado e queridas pelo consumidor, representa a oportunidade de alcançar categorias adjacentes ao modelo de negócio atual, com a ampliação  dos pontos de contato dos consumidores com as marcas pertencentes ao grupo.

“Entendemos que Lacta e Oreo têm atributos de qualidade, sabor e posicionamento de marca, bastante distintivos e que podem ser facilmente traduzidos para sobremesas congeladas, entregando ao consumidor o sabor que eles esperam, com o êxtase que proporcionam. O licenciamento de marcas é um movimento global da companhia, que agora se expande para a América Latina, buscando parceiros fortes que complementem a estratégia de ganho de participação de mercado e aumento da penetração das marcas nos lares dos consumidores. Buscamos associar nossas marcas de renome à empresas com expertise e estrutura para implementar a parceria, mantendo a qualidade e sabores característicos de nossos produtos”, analisa Ricardo Reis, gerente de licenciamento LATAM da Mondelēz International no Brasil.

Já para a Mr. Bey, a iniciativa amplia o portfólio da marca, com potencial para atração e retenção de novos consumidores, além de gerar ganho de capilaridade. Presente em mais de 5 mil estabelecimentos espalhados no território nacional, a Mr. Bey conta com um portfólio de mais de 40 produtos inspirados em receitas caseiras, semi-artesanais e legítimas da família Beyruti. A marca está otimista com o lançamento, e vê a expansão da linha de tortas congeladas como uma grande aposta para 2021. Prezando sempre pela qualidade e sabor caseiro, a empresa está sempre buscando soluçōes criativas para entregar produtos diferenciados ao consumidor.

“A Mr. Bey acredita que as duas marcas possuem uma ótima sinergia, além de um encaixe natural de nossos produtos, que facilmente podem ser convergidos em uma sobremesa congelada  ainda mais deliciosa para nossos fãs. É um desejo de longa data fazer uma parceria com a Mondelēz Brasil e pretendemos lançar, futuramente, novas marcas e versões, ampliando este projeto”, acrescenta o CEO da Mr. Bey, Marcelo Beyruti. A expectativa da empresa de sobremesas congeladas é que já no primeiro mês de lançamento, os produtos desenvolvidos em parceria com a Mondelēz Brasil representem aproximadamente 20% do total da produção, e que a empresa dobre seu faturamento nos próximos três anos com as vendas da nova linha.

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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