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MIT Drivelines transforma o 4×4 da Mitsubishi em companhia de viagens de primeira classe

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Com as restrições a viagens mais longas por conta da pandemia, cresceu o desejo dos brasileiros por conhecer e se aprofundar nos destinos mais próximos, geralmente no próprio estado, e conhecer as preciosidades escondidas pelo Brasil.

Para cumprir esse sonho de viagens mais próximas, sem precisar ir até o aeroporto, nada melhor que fazer as malas, apertar os cintos e viajar com o conforto de primeira classe de um 4×4 da Mitsubishi, sempre com o cumprimento de todos os protocolos de segurança, como o distanciamento social e o uso de máscaras.

Incentivando essa prática, a marca dos três diamantes anuncia a MIT Drivelines, ação criada pela Tech and Soul que, por meio de uma companhia fictícia de viagens, convida as pessoas a descobrirem o Brasil a bordo dos utilitários da marca.

A campanha mostra “comissárias” da MIT Drivelines, com toda a estética que vemos nas viagens de avião e com direito à identidade sonora dos aeroportos. Elas apresentam e recomendam diversos roteiros, destinos e experiências, separados para diversos perfis de público: viagens em família, com apelo mais cultural, com um viés mais aventureiro ou mesmo um roteiro gastronômico.

“A ação busca mostrar a essência 4×4 da Mitsubishi Motors, que produz veículos com tecnologia, conforto e segurança, ideais para desbravar todas as partes do Brasil. Em uma época de distanciamento social, as viagens de carro aumentaram consideravelmente e o MIT Drivelines é um verdadeiro guia com informações sobre lugares incríveis do País”, afirma Letícia Mesquita A. Oliveira, diretora de marketing da Mitsubishi Motors no Brasil.

A estratégia é composta por filmes para TV e digital que levam as pessoas ao hotsite mitdrivelines.com.br, onde é possível encontrar rotas de diferentes perfis, do mais aventureiro ao mais cultural.

Por lá, além de conteúdo especial sobre turismo, os proprietários de um Mitsubishi terão acesso a um programa de parcerias e recompensas em hotéis e restaurantes indicados no roteiro, por meio da parceria firmada entre a marca e o Circuito Elegante, associação reconhecida no meio do turismo como um selo de qualidade de hotéis e restaurantes.

“Em tempos de distanciamento, o número de voos diminuiu consideravelmente. Mas, se depender da Mitsubishi, as pessoas não vão parar de conhecer novos lugares. A campanha mostra que é possível viajar de carro com todo o conforto das poltronas de primeira classe, tecnologia das aeronaves mais modernas e visuais incríveis na janela”, explica Flavio Waiteman, sócio e CCO da Tech and Soul.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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