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Minute Media anuncia lançamento da plataforma The Players’ Tribune no Brasil

Primeira plataforma de conteúdo do mundo liderada por atletas, o The Players’ Tribune (TPT), marca do grupo Minute Media, anunciou seu lançamento no Brasil nesta terça-feira (11 de maio), ampliando um período de seis anos de parceria com atletas brasileiros, que já somam mais de 40 histórias publicadas em inglês e português em seu site original. A partir de agora, o The Players’ Tribune terá uma operação e um site dedicados ao Brasil, para continuar apoiando os atletas e levando sua mensagem aos fãs brasileiros.
Até o momento, o The Players’ Tribune publicou conteúdos de alguns dos mais renomados atletas do esporte brasileiro como Pelé, Marta, Neymar Jr., Dani Alves e Marcelo Vieira.
“Como brasileiro, estou extremamente orgulhoso de fazer parte do lançamento do TPT no Brasil e ter a oportunidade de fazer crescer nossa marca e nossa equipe local”, disse o CMO da Minute Media, Andres Cardenas. “Estamos ansiosos para parcerias com atletas e marcas locais e levar esta plataforma de conteúdo voltada para atletas a um dos públicos de esportes mais fanáticos do mundo”.
O The Players’ Tribune trará a voz dos atletas para esta comunidade apaixonada e, por sua vez, oferecerá aos esportistas brasileiros, como o ex-jogador de futebol Adriano Leite Ribeiro, o Imperador, um espaço para compartilhar histórias com o mundo – em suas próprias palavras. Conhecido por ser um atleta que raramente fala com a imprensa, Adriano relembrou sua trajetória em uma emocionante carta publicada pelo The Players ’Tribune Brasil: “Acho que sou um dos jogadores de futebol mais incompreendidos do planeta. As pessoas realmente não entendem o que aconteceu comigo. Eles entenderam a história totalmente errada”, explicou o Imperador. O vídeo exclusivo que acompanha o artigo pode ser visualizado aqui.
O TPT foi incorporado ao portfólio de esportes da Minute Media em 2019, com o objetivo de expandir o alcance global do grupo, aprimorando a tecnologia e a infraestrutura de publicação por meio de sua plataforma proprietária de mídia e ferramentas de desenvolvimento de público. Desde a expansão para o Japão em março de 2021, a Minute Media e o The Players’ Tribune trabalham para continuar expandindo globalmente, incluindo este importante lançamento no Brasil.
O estilo narrativo do TPT oferece histórias únicas e profundas, que permitem aos leitores compreender o coração e a mente de seus atletas favoritos, proporcionando ao Brasil uma plataforma inédita neste mercado. Os fãs podem esperar histórias de alguns dos principais atletas do Brasil, como o ex-jogador Adriano, a lutadora do UFC Jéssica “Bate Estaca” Andrade, o surfista Adriano “Mineirinho” de Souza, o ex-jogador de futebol Gilberto Silva, entre outros. Com a chegada ao mercado brasileiro, o The Players’ Tribune irá compartilhar ainda mais histórias de atletas e ex-atletas renomados, com a base de torcedores única e vibrante do Brasil.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








