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MField lidera estratégia de lançamento da Clear com Vini Jr. como estrela da campanha

A MField foi escolhida para liderar a estratégia de marketing de influência no lançamento das duas novas variantes de produtos da Clear, marca líder no segmento shampoo anti caspas no Brasil. Sob o conceito “Os Melhores Usam o Número 1”, a campanha tem como protagonistas Vini Jr. e Erling Haaland, que foram anunciados como os novos embaixadores da marca, juntando-se a Cristiano Ronaldo no time de estrelas globais.
As novas variantes de produtos incluem o Clear Shampoo Hidratação Campeã by Vini Jr., focado em proporcionar hidratação intensa para os cabelos, e o Clear Controle de Alívio da Coceira by Haaland, com uma fórmula especial para aliviar a coceira no couro cabeludo, promovendo frescor e conforto.
A empresa, especialista em conectar marcas e pessoas através de histórias, montou um time de influenciadores de destaque, incluindo nomes como MC Hariel, Fred, PKllipe e Gustavo Machado, com o objetivo de amplificar a campanha nas redes sociais, especialmente entre o público da Geração Z.
A estratégia criativa aposta em interações autênticas e engajamento genuíno, com ações que dialogam diretamente com o comportamento digital desse público.Um dos principais destaques da campanha é a ativação no TikTok, onde os influenciadores participam de um Challenge dentro do Branded Mission, uma trend interativa desenhada para viralizar.
“Acreditamos que, para criar um impacto verdadeiro com a Geração Z, não basta escolher rostos populares – é fundamental construir narrativas que os envolvam ativamente”, comenta Camila Porto, diretora de relacionamento da MField. “Com essa campanha, não estamos apenas promovendo um produto, mas incentivando a criação de conteúdo autêntico que se encaixa no cotidiano dos consumidores, gerando uma conversa orgânica e uma experiência real com a marca”, salienta.
Enquanto Carla Forte, marketing brand manager da Clear BR, reforça o impacto estratégico da campanha. “Nosso objetivo é estabelecer uma conexão verdadeira com nossos consumidores, permitindo não apenas mostrar o valor dos nossos produtos, mas também criar um diálogo genuíno com o público, posicionando a Clear como uma marca presente em seu dia a dia”, conclui Carla.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








