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meuDNA e Rico Investimentos se unem para lançar produtos em parceria

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Fundado em 2019, o meuDNA é uma healthtech do Grupo Mendelics que oferece testes genético 100% brasileiros e que podem ser feitos por todas as pessoas que tenham interesse em autoconhecimento e cuidados com a saúde.

A empresa lançou , oficialmente, no dia 17 de agosto o meuDNA Premium, o teste genético mais avançado do país que auxilia o usuário a explorar suas origens e a planejar a saúde de uma maneira fácil e precisa.

A partir da amostra de DNA, coletada pela saliva, é feita uma análise sobre a ascendência, identificando até 8 gerações anteriores, entre 88 populações. Também é realizada uma triagem de saúde, útil para identificar predisposição a nove doenças hereditárias graves:

· Cânceres (mama, ovário, próstata, colorretal, melanoma e de endométrio);

· Triglicerídeos e colesterol altos;

· Doença de Wilson.

O meuDNA, se une a corretora Rico Investimentos, da XP Inc. para comunicarem juntas seus lançamentos. O teste Premium, chega ao mercado junto com a família de fundos DNA, um investimento que entende o seu jeito de ser, e de investir. A comunicação, que terá a presença de influenciadores digitais, surgiu a partir da sinergia com o novo produto desenvolvido pelo time de alocação da XP Inc.

A família DNA, é formada por seis fundos, cada um com uma personalidade diferente. Entre as opções estão o Strategy (voltado para um perfil mais moderado), o Vision (para quem é entre moderado e agressivo) e o Energy (voltado para o perfil mais agressivo).

Ainda que sejam produtos de naturezas distintas, tanto o meuDNA Premium como os Fundos DNA, da Rico, agem pelo empoderamento do usuário. A possibilidade de customizar o investimento no fundo, assim como a característica única dos dados biológicos abrem caminho para a pessoa planejar seu futuro, fazendo escolhas melhores para sua vida e sua saúde.

“Essa é uma forma revolucionária de lidar com a doença antes mesmo dela aparecer, gerando uma melhoria para a saúde”, explica Cesário Martins, diretor do meuDNA.

Trinta anos após o início do Projeto Genoma Humano, atualmente o Sequenciador de Nova Geração (NGS) permite sequenciar bilhões de bases de DNA de cada vez.

O laboratório do meuDNA é especializado em NGS. Quando a amostra do DNA chega, é analisada através da tecnologia de Exoma, a mais avançada que existe no Brasil para fazer o sequenciamento completo dos genes. Por meio de inteligência artificial e bioinformática, as informações são comparadas com tudo o que já existe nos bancos de dados genéticos, para identificar variações que podem aumentar o risco de desenvolvimento de doenças.

“Um dos principais propósitos da Rico Investimentos é quebrar barreiras, facilitar e empoderar o investidor para que possa fazer seus aportes sozinho, sem necessitar de um assessor financeiro. O que estamos oferecendo para ele, por meio da família de fundos DNA é exatamente isso, com a vantagem de que terá vários ativos em um só produto – mesclando modalidades como renda fixa, inflação, internacional, multimercados e renda variável -, com liquidez elevada e baixo custo”, diz Laio Santos, CEO da Rico Investimentos.

Com os testes, à venda pelo site meudna.com, o usuário recebe tudo para fazer a coleta de seu DNA em casa, pela saliva, com um cotonete especial. Após essas etapas, ele envia seu kit ao laboratório por correio. Em cerca de seis semanas, ele pode acessar seus resultados através do site.

Já os Fundos DNA, podem ser encontrados na plataforma da Rico Investimentos. Para mais informações acesse www.rico.com.vc

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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