Agências
Agência Black Influence completa 3 anos de mercado

Disposto a trazer algo novo para o mercado publicitário, o executivo Ricardo Silvestre resolveu criar a Black Influence que está completando 3 anos de vida. A agência é focada em comunicação criativa, diversa e antirracista, e nasceu com o propósito de remodelar a comunicação entre influenciadores negros de diversos segmentos e as marcas anunciantes. Por sentir na pele a falta de espaço para negros criarem conteúdo no mercado de propagandas, Silvestre decidiu se dedicar a abrir as oportunidades de valorização para este público.
A pesquisa “Black Influence: um retrato dos criadores pretos do Brasil” realizada pela agência em setembro de 2020, com participação de 726 influenciadores, mostrou que o cachê pago para pessoas brancas é 51% maior do que para pessoas negras. Esta diferença é retratada em uma mesma campanha de divulgação de um mesmo produto com as mesmas orientações dadas pelas contratantes. Mesmo representando 54% da população brasileira, pessoas negras ainda são sub-representadas em campanhas publicitárias.
Como pessoa negra, Silvestre sentiu na pele durante toda a vida a falta que uma comunicação plural faz para o desenvolvimento humano. Por isso, com a Black Influence resolveu abraçar todas as etapas do agenciamento de influenciadores.
Hoje a equipe cuida da consultoria, curadoria, agenciamento e da conexão de criadores de conteúdo negros com empresas. A busca está em vincular objetivos em comum entre criadores e marcas que buscam investir em uma comunicação mais plural e antirracista, para movimentar as estruturas de uma sociedade que ainda não está acostumada a ver pessoas negras em locais de influência e referência. Silvestre tem mais de 10 anos de experiência em comunicação e como especialista em mídia digital já atuou nas maiores agências de propaganda do Brasil.
“Não podemos relativizar ou normalizar os momentos de crises provocadas pelo excesso de trabalho, ou pela exposição a situações e ambientes insalubres. Pelo contrário, precisamos entender o momento de buscar ajuda profissional e, principalmente, o momento de mudar, de buscar novos ares e oportunidades de transformação pessoal, profissional e até social”, comenta Ricardo Silvestre, fundador e CEO da agência.
Agências
Reforma tributária e demanda por personalização levam empresas a reformular programas de premiação corporativa

A fase de testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em 2026, etapa preparatória para a substituição do PIS e da Cofins prevista para 2027, tem levado corporações brasileiras a reestruturarem seus programas de incentivo e ações de fim de ano. O movimento busca alinhar conformidade fiscal e trabalhista às novas diretrizes da Receita Federal e ao artigo 457 da CLT — que rege a concessão voluntária de prêmios por desempenho —, ao mesmo tempo em que substitui kits tradicionais, como cestas de Natal, por recompensas flexíveis e customizadas.
Atenta a essa transição, a ecossistema de soluções de incentivo Mark Up reportou o crescimento do Prêmio Ideall, plataforma de shopping de prêmios B2B que movimentou R$ 121 milhões em créditos e somou 148 mil produtos resgatados em 2025. O ecossistema reúne mais de 1 milhão de opções de resgate — incluindo mercadorias, serviços, gift cards, pagamentos de contas, recarga de celular e transferências bancárias —, além do lançamento do Ideall Card em novembro de 2026, cartão virtual focado em ampliar as alternativas de uso sem incidência de tributação adicional.
A substituição de brindes padronizados por modelos de livre escolha reflete dados do mercado de consumo: levantamento realizado pela Ipsos em dezembro de 2025 revelou que 89% dos entrevistados consideram a utilidade do presente um fator decisivo, enquanto 87% destacam a satisfação pessoal ao receber itens de sua preferência.
Além da adequação tributária, o modelo digital simplifica a logística corporativa ao eliminar o armazenamento de produtos físicos. A plataforma da Mark Up oferece integração operacional com grandes varejistas, rastreamento de entregas, suporte pós-venda e implantação customizada em até 15 dias sem custo de setup, otimizando a eficiência e o planejamento das campanhas de reconhecimento empresarial.
Agências
W3haus assina primeira campanha global de Black Friday da Getnet em sete países

A W3haus, agência do Grupo Stefanini, desenvolveu a campanha “Get+ Vendas”, a primeira iniciativa global de Black Friday da Getnet, fintech do Grupo Santander. Projetada para atender simultaneamente Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, México, Espanha e Portugal, a plataforma criativa foi desenhada para garantir consistência de marca e flexibilidade de adaptação cultural para os sete mercados.
A estratégia responde às particularidades dos calendários comerciais regionais. No México, por exemplo, a ação dialoga com o El Buen Fin, enquanto em outras praças o foco se divide entre a Black Friday tradicional e a Cyber Monday. A arquitetura da campanha permite adaptar mensagens, mecânicas de benefícios e abordagens de acordo com os hábitos de consumo e as necessidades dos empreendedores locais.
“Uma campanha global não pode falar exatamente da mesma maneira com todo mundo. Nosso desafio foi encontrar uma ideia forte, verdadeira e flexível o bastante para fazer sentido em diferentes culturas e momentos comerciais. ‘Get+ Vendas’ nasce dessa combinação entre consistência e relevância local”, afirma Leandro Pinheiro, diretor executivo de criação da W3haus.
“Atuamos em mercados que têm características próprias, tanto na dinâmica do comércio quanto na relação dos empreendedores com seus clientes. A construção de uma plataforma global nos permite fortalecer a identidade da Getnet e, ao mesmo tempo, preservar a relevância da comunicação em cada país”, destaca Denis de Lutiis, head global de comunicação da Getnet.
Com a assinatura “Get+ Vendas”, a Getnet e a W3haus unificam a posicionamento institucional da marca no ecossistema de pagamentos B2B, permitindo que cada subsidiária acione seus principais atributos de produto durante o pico de vendas do final de ano.
“O conceito é o mesmo. A conversa muda de acordo com quem está do outro lado”, conclui Alessandra Santana, CEO da W3haus.







