Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Méliuz anuncia a compra de 100% da fintech Acesso Bank

Publicado

em

O Méliuz (CASH3), empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para conectar marcas e consumidores por meio do seu marketplace e da oferta de serviços financeiros, acaba de anunciar a aquisição de 100% do Grupo Acesso, fintech especializada em soluções de pagamento e banking as a service, que opera utilizando as marcas Acesso, Acesso Bank, Bankly e Banco Acesso. Na compra, o Méliuz pagou R$ 324,5 milhões pela companhia, em uma transação que envolveu troca de ações – acionistas da Acesso ficaram com cerca de 8% da empresa que, na última sexta-feira, fechou o pregão da B3 valendo R$ 4,1 bilhões.
A aquisição, maior movimento da companhia com foco na vertical de serviços financeiros, aumenta o mercado endereçável do Méliuz, permitindo o desenvolvimento de soluções em contas digitais, pagamentos e outros temas relacionados a serviços e produtos transacionais para seus mais de 16 milhões de usuários, além de servir como mais uma porta de entrada para outros serviços como empréstimos, seguros e investimentos.

“Com a compra da Acesso, nos consolidamos no segmento de serviços financeiros, pois passamos a ter tecnologia e o know how de banking para gerar ainda mais valor para os nossos clientes. Diariamente, atraímos cerca de 27 mil novos usuários que vão ter acesso a uma plataforma mais robusta, com oferta de uma variedade maior de serviços para que eles possam se engajar cada vez mais com o Méliuz. Essa, talvez, seja a nossa maior vantagem competitiva em relação a outros players. Há 10 anos no mercado, sabemos como manter os usuários ativos na plataforma, incentivando o cross selling entre nossas linhas de negócio – marketplace, cartão de crédito e Méliuz Nota Fiscal. O que não será diferente para os novos serviços financeiros que passam a fazer parte do nosso portfólio após a aquisição. Sem contar que saímos na frente de outros wallets porque o dinheiro já está na nossa plataforma (cash-in), que é o cashback que nossos clientes recebem ao comprar no nosso marketplace”, explica Israel Salmen, CEO do Méliuz.

Após a conclusão da operação, a marca Acesso vai deixar de existir, passando a integrar a plataforma Méliuz. O CEO da fintech, Davi Holanda, será o diretor da vertical de Serviços Financeiros da empresa, que inclui também o Cartão de crédito do Méliuz, lançado em 2019 em parceria com o Banco PAN e que já conta com mais de 4,1 milhões de solicitações.

“Com a aquisição e a vinda do Davi para comandar o time de serviços financeiros, passamos a ter total autonomia na definição da estratégia e na construção e lançamento de soluções, uma vez que não dependemos mais de terceiros para definir o roadmap de produtos”, ressalta Salmen.

Criada em 2013 por Sérgio Kulikovsky, a Acesso começou operando um cartão pré-pago, que era vendido em supermercados. Após 5 anos no mercado, com a chegada de Davi Holanda, atual CEO, a companhia ampliou a oferta de serviços criando seu banco digital e o Bankly, um serviço de banking as a service. Somente em Março de 2021, a Acesso movimentou R$ 1,3 bilhão em TPV e a receita bruta da empresa, em 2020, foi de R$ 53,6 milhões.

Continue lendo

Empresa

Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

Publicado

em

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

Continue lendo

Empresa

Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Publicado

em

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

Continue lendo