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McDonald’s vai apoiar micro e pequenas empresas do setor de alimentação no Brasil

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Rede compartilhará suas práticas e cursos internos de segurança alimentar para ajudar na prevenção de doenças

A Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald’s no mundo, acredita na união de forças para que o país possa superar esse momento de pandemia causada pelo novo Coronavírus. Pensando nisso, a rede decidiu apoiar micro e pequenas empresas do setor de alimentação no Brasil, abrindo turmas de formação gratuita e online voltadas a profissionais que atuam nesse segmento.

Os cursos contarão com uma grade dividida em três pilares principais: Segurança Alimentar, Higiene e Desenvolvimento Sustentável, áreas em que a companhia é reconhecida internacionalmente por sua excelência. Essas são esferas fundamentais para garantir medidas de prevenção de contaminação por microrganismos, incluindo o novo Coronavírus.

“Nesse momento delicado pelo qual estamos passando globalmente e aqui no nosso país, decidimos compartilhar o nosso conhecimento com estabelecimentos que poderão se beneficiar dele da melhor forma e dar uma contribuição inicial para vencermos juntos esse grande desafio”, comenta Paulo Camargo, Presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados.

Além de sua reconhecida atuação no setor, atendendo os mais rigorosos protocolos de segurança do alimento, a Arcos Dorados também busca ressaltar a importância da educação. No Brasil, a companhia conta com um centro de formação, batizado de Universidade do Hambúrguer, que servirá como base para a iniciativa. A empresa investe por ano cerca de 40 milhões de reais em treinamento, contando com estratégias educacionais de ponta.

Com início programado para a próxima semana, os cursos terão inicialmente vagas limitadas. As inscrições serão abertas a partir de 23/03, por meio do site https://trilhas.info/. Poderão participar donos de pequenos estabelecimentos do setor e seus empregados.

“Nossa empresa está comprometida em apoiar a busca de soluções para esse contexto que estamos vivendo e entende que compartilhar sua expertise é uma das maneiras iniciais para contribuir. Estamos atentos e vamos continuar buscando oportunidades de cooperar com as pessoas”, explica Paulo Camargo.

Medidas da Arcos Dorados contra a COVID-19

A Arcos Dorados tem como prioridade proteger a saúde e bem-estar de seus funcionários e clientes. A companhia implementou um comitê focado especialmente em monitorar e agir em torno de diversos assuntos relacionados ao tema. Entre as iniciativas implementadas pela empresa, está o home office ou licença remunerada para seus colaboradores que pertencem ao grupo de risco, em todos os setores, inclusive restaurantes, e a recomendação de trabalho remoto para todos os funcionários da sede administrativa; suspensão de viagens e reuniões presenciais; reforço dos protocolos de higiene em todos os restaurantes da rede, como aumento na frequência da limpeza de equipamentos, totens de atendimento, portas, mesas e cadeiras; ampliação do número de dispensers de álcool em gel nos restaurantes; além da intensificação da comunicação interna com informações educativas sobre o tema.

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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