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McDonald’s faz agradecimento especial aos profissionais que estão fazendo a diferença no combate à Covid-19

A marca está doando 100 mil refeições em todo o Brasil como forma de reconhecer o esforço das pessoas que estão na linha de frente
Neste momento de quarentena, o mundo acompanha a dedicação dos médicos, enfermeiros, bombeiros e voluntários, além de outros profissionais que estão na linha de frente lutando pelo bem-estar das pessoas.
Para valorizar o esforço desses trabalhadores, as cozinhas do McDonald’s estão preparando mais do que deliciosas refeições.
Nas últimas semanas, foram iniciadas entregas especiais, preparadas com doses extras de carinho, para hospitais e unidades de saúde, entidades que combatem a fome, agentes públicos de segurança, além de outras instituições. A meta é chegar a 100 mil combos doados.
É uma forma simbólica da marca dizer “Obrigado pela entrega” e, para contar um pouco mais sobre essa ação, um filme em parceria com a agência DPZ&T foi desenvolvido para os canais digitais da marca. A produção compila imagens reais, desde o preparo até a chegada às mãos dos homenageados. Cada combo inclui uma mensagem de agradecimento. O vídeo ainda traz depoimentos de funcionários do Méqui agradecendo estes profissionais.
“Em tempos de isolamento, o Méqui reafirma o quanto está junto das pessoas e destaca a importância do distanciamento social. Acreditamos que sairemos desta mais fortes. Por isso, preparamos essa homenagem, para agradecer toda a dedicação dos trabalhadores”, explica João Branco, Chief Marketing Officer do McDonald’s Brasil.
Outras medidas da Arcos Dorados
Apoio aos micro e pequenos empreendedores
Acreditando na união de forças para que o país possa superar esse momento de crise, o McDonald’s decidiu apoiar micro e pequenas empresas do setor de alimentação no Brasil, abrindo turmas de formação gratuita e online voltadas a profissionais que atuam nesse segmento.
A companhia criou um curso para microempreendedores, que conta com uma grade dividida em três pilares principais: Segurança Alimentar, Higiene e Desenvolvimento Sustentável, áreas em que a companhia é reconhecida internacionalmente por sua excelência. Essas são esferas fundamentais para garantir medidas de prevenção de contaminação por microrganismos, incluindo o novo coronavírus.
O curso que iniciou em março teve 1845 inscritos e os módulos estão sendo disponibilizados por meio do site http://trilhas.info para que os novos interessados possam acompanhar o conteúdo.
Além disso, O McDonald’s abriu vagas gratuitas para o curso de Desenvolvimento Sustentável em Foco, que nos últimos dois anos contou com cerca de dois mil inscritos e aborda uma grade que contempla 12 temas como Compromisso Social, Energia Renovável, Diversidade & Inclusão, Economia Circular, Mudanças Climáticas e Gestão de Resíduos, entre outros. O curso é o maior programa corporativo de educação para o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Medidas para segurança de seus colaboradores
Tendo como prioridade proteger a saúde e bem-estar de seus funcionários e clientes, a companhia implementou um comitê focado especialmente em monitorar e agir em torno de diversos assuntos relacionados ao tema.
A empresa estabeleceu um protocolo especial para a operação de seus serviços, incluindo a demarcação de áreas de distanciamento social nos restaurantes, a disponibilização de produtos para higienização das bolsas dos entregadores do delivery e lavagem de mãos, cuidado no condicionamento de produtos, além do reforço dos protocolos de higiene em todos os restaurantes da rede, como aumento na frequência da limpeza de equipamentos, ampliação do número de dispensers de álcool em gel, entre outras ações.
Além disso, a empresa seguiu a recomendação de uso de máscaras feita pelo Ministério da Saúde no início de abril. Já foram adquiridas máscaras descartáveis e de tecido e também começaram a ser instaladas barreiras acrílicas para proteção física entre atendentes e clientes nas cabines Drive-Thru.
Entre as iniciativas já implementadas pela empresa, estão o home office ou licença remunerada para seus colaboradores que pertencem ao grupo de risco em todos os setores, inclusive restaurantes, e a recomendação de trabalho remoto para todos os funcionários da sede administrativa.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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