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Mavo passa a fazer parte da Eyxo

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Para consolidar o crescimento de quase 50% em 2021, a Eyxo – Content Co, acaba de se tornar sócia da Mavo, produtora audiovisual. A participação da Eyxo na sociedade da Mavo tem como objetivo ampliar a capacidade criativa e posicionar fortemente a Mavo como uma das principais empresas produtoras de conteúdo, principalmente nas verticais de moda e mobilidade. As empresas continuarão atuando de forma independente, porém com um viés de troca e ajuda mútua nos projetos e produções.

“Essa aproximação aconteceu em 2019, quando começamos a acompanhar os trabalhos da Mavo, que surpreende pela qualidade de entrega em suas criações”, explica Greta Paz, CEO da Eyxo “Com o portfólio deles, conseguiremos ampliar escopo de atuação da Eyxo em verticais que temos ainda pouca presença e qualificar muito a capacidade técnica e criativa das duas empresas.”

Com projetos com nomes como Nike, C&A, Ducati e RedBull, a Mavo foi fundada em 2018 no Rio Grande do Norte, desenvolvendo projetos únicos e criações que estão alinhadas com os tipos de produção que a Eyxo valoriza e entende como necessária para se diferenciar ainda mais no mercado brasileiro da produção audiovisual. A sociedade também traz uma sede no centro de São Paulo, onde as empresas contam com um estúdio completo para trabalharem seus projetos criativos.

“Temos o propósito de transformar positivamente a nossa sociedade e mercado. Começar o ano com a Eyxo é muito importante para nós. Acreditamos que o maior valor é aquele que é compartilhado. Que trabalhos singulares vão muito além do resultado, nascem da conexão de ideias, da criação coletiva e da sinergia gerada por pessoas que amam o que fazem. Somos inspirados por este movimento e queremos fazer parte de uma comunidade consciente e atenta ao futuro. Sabemos que sempre podemos fazer mais e vemos que, com a aproximação e reconhecimento da Eyxo, estamos na direção certa”, diz JV Almeida, responsável pelo núcleo de negócios e produção da Mavo.

A Eyxo – Content Co, é uma Empresa B Certificada, que atua no Brasil e na América Latina com foco nas empresas da nova economia. Especialista em construir marcas a partir do conteúdo, a Eyxo tem se estabelecido como uma alternativa para as empresas que buscam nos novos modelos de comunicação uma forma eficiente de se relacionar. Em 2021 a empresa ampliou a atuação com a 99 e 99pay e passou a ser a content house de clientes como Next, Tembici e Banco24Horas. Além disso, começou a atender projetos de TikTok, Pier Seguros e Americanas.

“Nós triplicamos de tamanho durante a pandemia e em 2021 crescemos quase 50%. A gente começou o ano passado com 60 colaboradores e hoje estamos em mais de 80 profissionais. Nosso objetivo para 2022 é crescer 50%, mais uma vez”, afirma a CEO da Eyxo.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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