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Maturatta Friboi assume o território de churrasco em campanha

A Friboi, começa o ano reforçando o território do churrasco e apresenta campanha que mostra os diversos tipos de churrascos que podem ser preparados com Maturatta Friboi. Com um jingle marcante, a campanha estreou neste domingo (16), no intervalo do Fantástico, TV Globo.
“Democrático, o churrasco é uma das refeições mais alegres que temos em nossa cultura. Em sua nova campanha, a Maturatta Friboi quer reforçar que todos podem e devem fazer um churrasco perfeito, uma verdadeira ‘Churrascatta’. A marca chancela esse momento e garante maciez, sabor e suculência, resultado de um processo natural de maturação que só Maturatta Friboi oferece aos seus consumidores”, comenta Renato Costa, Presidente da Friboi.
A campanha terá forte exibição com o objetivo de atingir todos os consumidores que apreciam um churrasco especial. Girando em torno da grande estrela, a carne Maturatta Friboi, o filme aguça os sentidos com imagens de cortes na churrasqueira e evidencia que qualquer pessoa, em qualquer situação, consegue fazer um churrasco perfeito, seja na laje, na represa, na praia, no sítio ou em casa; em uma churrasqueira de tijolo, elétrica ou improvisada: o que importa é fazer o churrasco perfeito com Maturatta Friboi. A trilha fica por conta de um jingle animado que lança o conceito “Se tem Maturatta, virou Churrascatta e a alegria chega”.
Com veiculação em TV aberta e fechada, estreia em horário nobre de domingo na TV Globo e em outras emissoras. O digital também terá parceiros de grande alcance, como Facebook, Instagram, Google, Spotify, entre outras.
“Estamos bem felizes com esse novo movimento da marca Maturatta Friboi, além de assumir o território do churrasco como protagonista. Através dessa campanha podemos promover a democratização do churrasco, torná-lo possível em todas as ocasiões além de levar alegria à mesa do brasileiro”, complementa
A campanha de 60’ foi criado pela agência Greenz, a ideia da agência foi criar um conceito que leve a uma associação direta, no imaginário do consumidor, entre o churrasco bem-feito e a Maturatta Friboi. “Brincamos com o trocadilho do nome da marca e criamos o conceito de “churrascatta” para iluminar a enorme diferenciação que os produtos da Maturatta têm no mercado brasileiro graças à maciez, sabor e suculência da carne. A “churrascatta” é, portanto, sinônimo de um churrasco perfeito. Por isso, `Se tem Maturatta, virou churrascatta e a alegria chega`, como diz a campanha”, afirma PH Gomes, sócio e CCO da Greenz.
Líder de mercado no Brasil e com mais de seis décadas de história, Friboi possui um compromisso com a origem, qualidade e segurança do alimento entregue ao consumidor.
FICHA TÉCNICA
Campanha: Se tem Maturatta, virou Churrascatta.
Agência: Greenz
Cliente: JBS | Maturatta
CEO: Fábio Meneghati
CCO: PH Gomes
VP de Growth, Canais de Mídia e Dados: Gabriel Bernardi
Criação: PH Gomes, Tiago Valadão, Tiago Moralles, Alexandre Vieira, Felipe Tiossi, Gui Rieth e Lucas Moedinger.
Motion: Afonso Lima
Atendimento: Pedro Martinez, Ricardo Barros, Wagner Megale e Viviane Moura
Mídia: Gabriel Bernardi, Giovanna Spinelli, Samuel Gregio, Marcelo Zanetti e Hugo Gomes
Social Media: Pedro Dorta e Luciana Silva
Produção de Imagem: Violeta
Produção de Áudio: Comando S
Produção de Foto: Studio Horda
Aprovação do cliente: Sergio Valente, Renato Costa, Tatiane de Deus, Bruna De Stefani, Pablo Lima, Natália Sanchez e Leonardo Shibuya.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








