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Mario Sergio Cortella lança APP de desenvolvimento humano

O Prof. Mario Sergio Cortella e a HSD, consultoria de gestão estratégica de RH, lançam a plataforma PSIT Prof. Cortella, uma solução digital de mapeamento de percepções, que a partir da interação entre as pessoas e as equipes impulsionam o indivíduo ao autodesenvolvimento por meio da Psicologia Positiva.
A plataforma permite que os próprios membros de uma organização registrem amplamente suas percepções apoiados em temas que contribuem para os resultados empresariais. As contribuições têm como indicador uma pergunta mobilizadora que orienta a análise. Já no ambiente dos resultados, o APP, além de emitir em qual grau o colaborador se encontra em determinado tema, fornece ainda reflexões com viés de futuro, intitulado feedfoward, para o seu autodesenvolvimento. Tanto os temas, subdivididos em dimensões e fatores, quanto a pergunta mobilizadora e principalmente as reflexões ou feedfowards são de autoria do Cortella.
“Interessante salientar que as reflexões do professor são selecionadas, através do algoritmo do APP, de acordo com o grau em que este colaborador se encontra, o que cria um ambiente dinâmico de aceleração do desenvolvimento profissional e até pessoal” comenta Susana Campos, CEO da HSD e ainda complementa: “Somente um profissional como Cortella poderia oferecer esse tipo de abordagem colaborativa, devido ao seu raro olhar da evolução humana, integrando as dimensões: atitude, conexão e efetividade, que são aspectos extremamente relevantes para a criação e desenvolvimento do ambiente colaborativo”.
O Professor Cortella encontrou também no PSIT mais uma forma moderna e prática de expandir seus ensinamentos e reflexões no ambiente corporativo e de forma mais ampla. Ele destaca que a proposta da plataforma é de fazer com que a autopercepção do usuário do aplicativo o leve a um efetivo aprimoramento. “Toda vez que sou capaz de observar aquilo que precisa ser melhorado na minha prática, isso me favorece imensamente. Mas não basta a constatação, é preciso que eu vá para a ação. Ao meditar sobre o retorno das outras pessoas, isso refina a minha condição, a minha habilidade, a minha competência”, explica Cortella.
Essa transformação positiva estimulada pela ferramenta foi um aspecto determinante para a adesão do professor ao PSIT: “O que me levou a entrar no projeto PSIT Prof. Cortella é a possibilidade de ele ser colaborativo em relação ao refinamento de competências, práticas, habilidades e isso elevar a ação das pessoas”, conta.
A plataforma ainda serve de referencial aos gestores num ambiente web dedicado. Esta realiza, a partir dos resultados reunidos de forma coletiva e anônima, um diagnóstico capaz de diagnosticar como está se comportando determinada equipe, por meio de dashboards analíticos e de fácil utilização. Além disso, da mesma forma que o APP, os gestores recebem dicas e reflexões de Cortella, organizada pelo algoritmo da solução.
Live
O lançamento oficial do PSIT Prof. Cortella se dará no dia 24/02/2021 – 10h em uma LIVE que terá ainda a participação especial de Vicky Bloch, psicóloga, especialista em coaching, criadora e sócia diretora da DBM, hoje Lee Hecht Harrison e colunista da Band News, Valor Econômico, e TV UOL News. As inscrições para a LIVE são gratuitas e devem ser realizadas no site www.psith.com.
Onde obter
O PSIT está disponível na App Store ou Play Store e poderá ser baixado pelos colaboradores, que, mediante cadastro, poderão acessar a base de pessoas envolvidas nesse processo. Todos os participantes da organização podem ser localizados via sistema de busca rápida por nome, e-mail ou número de matrícula. A partir da elaboração de um cadastro inicial, as devidas autorizações e permissões serão cedidas e assim será aberto o processo de registro de percepções de contribuições.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







