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Marcelo Tas, Atila Iamarino e Jaqueline Goes estrelam lançamento digital do meuDNA Saúde, teste genético mais avançado do Brasil

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Autoconhecimento é poder”! E é isso que o meuDNA, companhia brasileira de testes genéticos, levará de conteúdo para os canais digitais de Marcelo Tas, jornalista, apresentador, e roteirista que, entre outras coisas, atualmente se dedica a responder questões de inovação, comunicação, educação e variedades em seu canal do YouTube, Atila Iamarino, biólogo e pesquisador brasileiro que se dedica à divulgação científica em seu canal de mesmo nome, e também a cientista Jaqueline Goes de Jesus. A ação marca o lançamento do seu produto Saúde, uma forma revolucionária de lidar com as doenças antes mesmo delas aparecerem, gerando uma melhoria para a saúde e que poderá identificar predisposição aos cânceres de Mama (feminino e masculino), ovário, próstata, colorretal, de pele melanoma e endométrio, além de doenças, como triglicerídeos altos, colesterol alto e doença de Wilson.

Autoridade em inovação, no dia 30 de junho Tas lançou um vídeo em que entrevista Cesário Martins, diretor do meuDNA, para explicar como esse investimento de R$ 150.000,00 no lançamento do teste genético de saúde mais avançado do Brasil pode salvar vidas e gerar qualidade e longevidade para as pessoas. Já no dia 2 de julho, a cientista Jaqueline Goes de Jesus, responsável por sequenciar o genoma do primeiro caso de coronavírus da América Latina, começou uma série de vídeos a respeito de teste genético em seu perfil no instagram @drajaquelinegoes, com o intuito de educar o público a respeito do tema.

Nesta sexta-feira, 10 de julho, será a vez do especialista em ciência Atila Iamarino trazer para a tela a explicação de como o produto é uma ferramenta essencial para cada um ter acesso a seus dados biológicos, entender potenciais riscos e agir precocemente na prevenção. Toda a ação será permeada pela #meuDNAdiz, como forma de integrar a campanha com outros influenciadores digitais, como Juliana Goes.

O lançamento foi totalmente adaptado para o momento de isolamento social gerado pela pandemia de Covid-19 e também evidencia o modelo de negócio da empresa, que é 100% online e direto ao consumidor. No Kit meuDNA Saúde, à venda pelo site meudna.com, a partir de 30 de junho, o usuário recebe em sua casa tudo para fazer, por conta própria, a coleta do DNA pela saliva, com o cotonete apropriado. Após essas etapas, ele envia o kit ao laboratório por correio e em cerca de seis semanas recebe o e-mail para acessar os resultados.

No laboratório especializado em Sequenciamento de Nova Geração (NGS), o DNA é analisado através da tecnologia de Exoma, que faz um sequenciamento completo dos genes. Por meio de inteligência artificial e bioinformática, as informações são comparadas com tudo o que já existe nos bancos de dados genéticos, para identificar as variações genéticas que podem aumentar o risco de desenvolvimento de doenças.

“Nós nascemos para facilitar o acesso das pessoas a sua própria informação genética, aproximando quem se interessa por autoconhecimento e saúde de um maior conhecimento do seu futuro. Uma variação genética é uma alteração no código genético capaz de mudar o funcionamento de um gene. Algumas variantes são responsáveis pela cor de cabelo ou olhos, enquanto outras podem influenciar o desenvolvimento de doenças. E ao ter conhecimento dessa predisposição é possível atuar antes mesmo de um possível diagnóstico. Por meio da estratégia adotada queremos levar esse conhecimento ao maior número de pessoas para aproximar o tema DNA da vida cotidiana delas”, pontua Cesário Martins, diretor do meuDNA.

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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