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Marcas devem valorizar a particularidade emocional de cada consumidor na Black Friday

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A pandemia causada pela Covid-19 gerou uma mudança no comportamento de compra por parte dos consumidores, o que tornou ainda mais desafiador fazer campanhas assertivas e estratégicas. Por isso, a Kantar acaba de realizar uma análise qualitativa, seguindo a metodologia NeedScope, com o objetivo de ajudar as marcas a entenderem os diferentes perfis dos shoppers durante a Black Friday, que esse ano, no Brasil, será no dia 27 de novembro.

“O NeedScope traz como principal ponto o fato de que cada consumidor tem uma particularidade ao se relacionar emocionalmente com as compras na Black Friday. De acordo com cada necessidade emocional percebida, dentre as 6 existentes no modelo, é possível entender que shoppers buscam canais, promoções e mensagens que melhor se conectam com a necessidade emocional daquele momento”, afirma Karina Collenghi, gerente de contas da Kantar e especialista em NeedScope.

A executiva explica que, por exemplo, um shopper de necessidade emocional vermelha para a Black Friday tende a aproveitar e interagir com todas as ações possíveis, já que ele precisa de energia e dinamismo para encontrar boas oportunidades. Diferente do shopper de necessidade marrom. Esse, por sua vez, prefere ficar mais tranquilo e tenta encontrar apenas o que lhe convém de verdade nesse período de compras frenéticas.

Por isso, pela análise da metodologia NeedScope, que usa modelos de arquétipos da psicologia analítica, a Kantar descobriu também que o maior desafio das marcas na Black Friday é manter o seu posicionamento. Com um movimento que tende a ser mais ousado, enérgico e dinâmico, muitas marcas podem tentar fazer algo seguindo essa linha e, assim, perder a clareza da sua ação versus o seu posicionamento do dia a dia.

“É importante saber ativar as promoções utilizando das simbologias que estão dentro do posicionamento da marca, evitando confundir os consumidores e até mesmo se apagar dentre tantas marcas que acabam falando no mesmo tom e não se destacam entre si”, afirma Karina.

Deste modo, na Black Friday as marcas precisam explorar o arquétipo que se conecta com o próprio posicionamento dela. Se a marca tem uma personalidade mais amigável, feliz, tranquila, que transmite informações genuínas, ela já atrai consumidores com essa mesma personalidade. Ao acionar os movimentos da Black Friday, a marca precisa se manter fiel ao seu posicionamento de forma clara para não confundir os seus consumidores.

O NeedScope traçou os 6 perfis dos consumidores, com base em conexões emocionais, de forma agrupada, considerando as características dos arquétipos que se dividem em cores – o que vale para o tipo de posicionamento que as marcas devem ter durante a Black Friday de acordo com seu público:

  • VERMELHO – tipo de shopper/comprador que se joga na Black Friday e gosta de ser estimulado por todo o evento, sendo capaz de agarrar ótimas oportunidades;
  • ROXO – existe um sentimento de superioridade nesse território. É um perfil que busca os negócios de forma competitiva, para tentar tirar a melhor negociação possível do vendedor;
  • AZUL – compradores/consumidores que, de maneira calma, fazem suas estratégias de compra. O intuito deles é buscar uma experiência que tenha muitos benefícios. Existe um planejamento do que ele pretende comprar e o que ele realmente vai conseguir um bom negócio;
  • MARROM – existe uma passividade nesse território. Essas pessoas acabam sendo ‘levadas’ pela Black Friday e acompanham de forma passiva até acharem algo que possa atender as necessidades deles;
  • LARANJA – é o consumidor que adora fazer parte de um evento grande. Para eles a Black Friday tem a ver com dividir a experiência e as boas compras com outras pessoas;
  • AMARELO – é o de pessoas que entendem a experiência da Black Friday como uma super diversão, sendo um evento espontâneo e surpreendente. O que será que a Black Friday pode trazer?
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Philips Walita vira “Philips VARlita” no mês do futebol e leva a arbitragem para a cozinha

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Alinhada com a temporada mundial de futebol, a Philips Walita anuncia o lançamento de sua nova campanha institucional, intitulada “Philips VARlita”. Com foco estratégico no ambiente digital, a marca estruturou uma operação de conteúdo que reúne criadores de conteúdo dos segmentos de gastronomia, entretenimento e lifestyle para traduzir o conceito de precisão tecnológica no preparo de alimentos por meio de metáforas do universo da arbitragem esportiva.

Criado pela agência Growth Comunicações, o conceito “Philips VARlita” estabelece uma analogia direta entre o VAR (Video Assistant Referee), sistema de revisão de lances utilizado no futebol profissional, e os atributos de visibilidade e controle técnico presentes na linha de eletrodomésticos portáteis da marca. O objetivo comercial é posicionar o portfólio de Airfryers com visor Philips Waliita e a sua tecnologia exclusiva RapidAir como ferramenta de precisão, já que elas permitem o acompanhamento do preparo dos alimentos que ficam crocantes por fora e suculentos e macios por dentro de primeira, sem replay, dispensando a revisão do lance.

“Quisemos transportar para a cozinha a mesma ideia de precisão, visibilidade e suporte tecnológico dos campos, associando a possibilidade de acompanhar jogadas decisivas nos gramados à experiência de visualizar o preparo dos alimentos em tempo real e ter a garantia de que o alimento sairá no ponto perfeito e será um golaço. Ao transformar a Philips Walita em Philips VARlita, também encontramos uma forma divertida e relevante de nos conectar com o público, especialmente os mais jovens, utilizando uma linguagem que já faz parte das conversas em torno do futebol para reforçar os diferenciais da nossa tecnologia”, enfatiza Thais Nascimento, diretora de marketing para a América Latina da Philips Walita.

Com o objetivo de gerar engajamento em canais digitais durante o período de maior atenção voltada ao futebol internacional, a campanha será veiculada ao longo do mês de junho, protagonizada por Bomtalvão (@bomtalvao), que assume o papel do narrador “BomGalvão” e Eric Borges (@eericborges). Além deles, se somam à estratégia de conteúdo sua embaixadora e C.A.O (Chief Airfryer Officer) Bruna Hermogenes (@cozinheja) e os nomes que compõem o seu squad de marca, como Gabriel Frazão (@frazaocozinha), Marcos Ruschel (@omarcosruschel), Natália Palmegiano (@cooknenjoy) e Sau Sampaio (@sausampaio).

Na dinâmica dos vídeos co-criados para a ação, os influenciadores utilizam a estética dos formatos nativos das redes sociais (Reels e TikTok) e combinam elementos visuais e sonoros como cabines de checagem, cartões de penalidade e dinâmicas de narração jornalística para simular o processo de revisão de lances aplicados aos petiscos preparados para assistir aos jogos de futebol.

“O futebol estabelece rituais de convivência e consumo entre os brasileiros. Com a campanha ‘Philips VARlita’, buscamos nos conectar a essa paixão nacional e integrar a marca a essas conversas por meio de uma linguagem proprietária, familiar e contextualizada com o ecossistema esportivo. Levamos para a cozinha as referências que fazem parte das emoções vividas durante as partidas. Nosso objetivo é demonstrar como a inovação e a tecnologia embarcada nos produtos trazem previsibilidade e padronização para o preparo de alimentos, sem que reste nenhuma dúvida que o gol do resultado é legítimo”, detalha Nathália Sanches, diretora de operações da Growth Comunicações.

As peças publicitárias e os conteúdos nativos estão em veiculação nos perfis oficiais dos criadores parceiros e nos canais digitais da marca (@philipswalitabrasil), com cronograma de postagens programado até o final de junho.

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Britânia transforma a Copa do Mundo em duelos gastronômicos narrados como final de campeonato

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De olho no aquecimento do mercado publicitário durante o Mundial de futebol, a Britânia acaba de colocar no ar uma estratégia inovadora de conteúdo proprietário. A fabricante de eletrodomésticos transformou a Casa Bri — seu hub oficial de experiências, receitas e relacionamento com o cliente — em uma arena onde a rivalidade saudável dos gramados é transferida diretamente para o fogão. A iniciativa cruza gastronomia, entretenimento e o universo dos influenciadores digitais em uma websérie inspirada nos confrontos oficiais da tabela do torneio.

A dinâmica da ação subverte o tradicional formato de receitas na internet. Durante o calendário de jogos, creators convidados participam de batalhas culinárias temáticas, desenvolvendo pratos típicos baseados nas nações que se enfrentam em campo naquele dia. O grande diferencial de brand experience fica por conta da narrativa: cada etapa do preparo, do corte dos ingredientes ao empratamento, recebe uma narração esportiva profissional em tempo real, injetando nos bastidores da cozinha a mesma eletricidade e emoção dignas de uma final de campeonato.

A investida estratégica da Britânia encontra respaldo técnico no comportamento atual do consumidor brasileiro. Um estudo recente conduzido pela Data-Makers aponta que sete em cada dez brasileiros planejam elevar seus desembolsos financeiros ao longo do torneio. O levantamento detalha ainda as prioridades de compra no setor de alimentos e bebidas: 72% dos entrevistados priorizam o consumo de snacks e petiscos, 60% pretendem investir na compra de carnes para churrasco e 66% afirmam que vão consumir doces e chocolates durante os jogos. Os dados comprovam que o ritual de torcer está intimamente atrelado à gastronomia doméstica e aos momentos de hospitalidade.

A pesquisa da Data-Makers joga luz sobre outras transformações socioculturais relevantes para o mercado de live marketing. Há um movimento consolidado de migração do consumo, com o público reproduzindo na segurança do lar as experiências gastronômicas antes restritas a bares e restaurantes. Além disso, o mapeamento revela que 71% das mulheres se declaram fãs ativas de competições esportivas, desenhando um perfil de audiência muito mais plural. No campo nutricional, 28% dos brasileiros já se identificam como flexitarianos, priorizando refeições à base de vegetais em parte da rotina, sem cortar totalmente a proteína animal.

“A Casa Bri é uma plataforma criada para transformar interesses e comportamentos do consumidor em experiências relevantes para a marca. A Copa do Mundo reúne audiência, engajamento e conversas espontâneas em escala nacional, e enxergamos uma oportunidade de conectar esse contexto ao universo da gastronomia por meio de creators, conteúdo proprietário e formatos de entretenimento. Mais do que apresentar produtos, queremos gerar identificação e participação do público em torno de momentos que já fazem parte da rotina das pessoas”, defende Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia.

A linha de frente do projeto reforça a aposta da companhia na creator economy como ferramenta de capilaridade e diálogo com comunidades de nicho. Para dar vida aos duelos culinários, a marca escalou um time heterogêneo de influenciadores de culinária, humor, lifestyle e rotina familiar, incluindo nomes como Daniel Pai, Dudi, Amanda Vasconcelos, Taleco, Dani Lisboa, Erick Naoki e Patrícia Alves. Para conferir o tom épico das transmissões de TV, a Britânia convocou o ator, locutor e dublador Reinaldo Rodrigues, responsável por comandar o microfone e narrar os desafios com os tradicionais jargões e a energia do futebol.

A grade de programação prevê a entrega de 14 episódios em formato de vídeos curtos (shorts), distribuídos estrategicamente ao longo da competição, cobrindo o aquecimento, a fase de grupos e o mata-mata. Os conteúdos foram fatiados em quatro territórios temáticos baseados nas preferências do público: Snacks & Barzinho, Carnes & Churrasco, Sobremesas & Doces e Momento Casal.

Enquanto os criadores de conteúdo pilotam os portfólios de eletrodomésticos da marca para vencer o relógio, o público é chamado para atuar como juiz da disputa. O ecossistema digital da Britânia ganha o reforço de pílulas complementares de conteúdo, com teasers, enquetes interativas, curiosidades culturais das nações e chamadas integradas para os confrontos, estendendo o tempo de tela e gerando conversas orgânicas nas redes sociais.

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