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Marca de sapatos de tamanhos grandes reúne influenciadores para campanha em prol da diversidade

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A Eurico, pioneira em calçados de numeração grande, está com uma campanha pela inclusão e diversidade. Fundada em 1938, a marca sempre teve o foco no público que não é “padrão”. Os calçados femininos vão do 40 ao 43 e os masculinos, do 45 ao 48.

Criada durante a pandemia e o isolamento social, a campanha traz como protagonistas clientes da loja. Os modelos foram selecionados não só pelo tamanho dos pés, mas também por terem perfis diferentes e assim empregar uma representatividade ainda maior na campanha.

“Nosso público é bastante diversificado e não se sente representado pela grande maioria das lojas de calçados. Assim, achamos importantíssimo oferecer um espaço de inclusão que vai além do nosso variado mix de sapatos de qualidade – nossas lojas são também um espaço de ‘inclusão comportamental’. Queremos que mais e mais clientes estampem nossas redes sociais e mostrem cada vez mais a nossa diversidade.”, explica Claudia Rosenthal, sócia-diretora da Eurico.

Vale destacar que em função das limitações impostas pela pandemia, toda produção de fotos da campanha ficou a cargo dos próprios modelos, o que acabou favorecendo o objetivo de mostrar a diversidade de seus perfis de forma autoral e autêntica.

A Eurico Calçados procura proporcionar ainda mais bem-estar e autoestima aos seus clientes. “A moda inclusiva é uma missão que foi se tornando cada vez mais presente no nosso dia a dia desde a fundação da empresa, em 1938”, finaliza Claudia.

A campanha está no ar nas redes sociais e no e-commerce da marca.

Confira as estrelas da campanha:

Rita Carrera é modelo profissional, influenciadora digital, empresária e uma das maiores referências plus size e negra do mundo da moda.

Tereza Tessaro é curadora de artes, estudante de história e uma travesti preta, como faz questão de frisar com bastante objetividade.

Gisela Heise é terapeuta artística antroposófica e, aos 75 anos, continua aprendendo e se reinventando.

Karina Viega é produtora de conteúdo digital, aromaterapeuta e se autodefine como Comunicóloga de Naturalidades, termo que considera lhe caber melhor do que Digital Influencer.

Rodrigo Geribello é músico e empreendedor e desenvolveu uma carreira em que se define como “Explicador Profissional”, usando ferramentas aparentemente incompatíveis para ajudar as pessoas a se comunicarem melhor.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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