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Ludmilla e Turmalinas Negras estrelam nova campanha da Nike

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A Nike disponibilizou nesta última quarta-feira, 19, uma nova forma de treinar, se movimentar e trazer à tona o empoderamento feminino, e tudo isso através do esporte. Em um filme protagonizado pela cantora Ludmilla e pelas Turmalinas Negras, projeto de artistas negras da dança que nasce com o intuito de fortalecer e enaltecer toda a comunidade, e mostra como a dança é usada para celebrar mulheres negras e incentivar as nova gerações a explorarem diferentes formas de esporte e movimento. 

O novo conteúdo exclusivo poderá ser encontrado no NTC, Nike Training Club, aplicativo de exercícios da companhia, e contará com novas melodias e coreografias inéditas criadas pelas convidadas da campanha denominada ‘O Despertar na Dança: Uma experiência em movimento’. Ludmilla e as Turmalinas Negras tornam a plataforma um caminho para o empoderamento coletivo e manifestação da cultura negra, além de promover o encontro de mulheres que juntas podem encarar o processo íntimo do despertar e se reconectar com as suas raízes, estimulando transformações sociais positivas.  

Toda a coreografia que aparece no filme foi dirigida por Juh Almeida, já a melodia inédita ficou por conta de Larissa Luz. O clipe é dividido em seis momentos: o nascimento, a conexão, as raízes, a proteção, o reconhecimento e o despertar. A linha do tempo é inspirada na ancestralidade e cultura, se conectando com diversos outros ritmos como break, hip hop e o funk. 

A campanha convida a todos a se tornarem membros e se juntarem ao ecossistema da Nike – que tem como objetivo criar conexões com o esporte e compartilhar experiências únicas por meio de plataformas digitais – o NTC entre elas. 

COLEÇÃO ICON CLASH E NIKE BLAZER MID

No filme, Ludmilla e as Turmalinas Negras usam as peças da recém-lançada coleção Icon Clash. Inspirada no universo da dança, a coleção atende às necessidades de performance, ao mesmo tempo em que permite a expressão pessoal de quem ama esse esporte alegre e democrático. No vídeo, Ludmilla e as Turmalinas vestem leggings, tops, camisetas, calças esportivas e moletons, roupas que trazem estampas repletas de texturas e dimensões, com diferentes costuras, acabamentos e detalhes em ​​materiais metálicos e iridescentes.

E para incorporar o look, Ludmilla e as Turmalinas Negras calçam alguns modelos do Nike Blazer Mid e do Air Force 1, sneakers clássico da marca, que trazem total conforto e versatilidade. Além do queridinho Blazer Mid ’77, a Nike apresenta dois novo modelos: o Blazer Mid Infinite, com cabedal reforçado, um Swoosh emborrachado e uma paleta de cores chamativa, trazendo todo o estilo que você procura com a durabilidade que você precisa. Já o Blazer ‘Sisterhood’ apresenta recortes em suede e é composto por logos azuis na língua e na parte de trás, nos tornozelos. Para completar, os rebites em formato de swoosh, logo da Nike, são encontrados em prata na versão branca, e em dourado na versão preta.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

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O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.

A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.

A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.

Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.

O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.

O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.

A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.

Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.

O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.

O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.

Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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