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Lu, do Magalu, volta a ser garota-propaganda de campanha da adidas

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A Lu, influenciadora virtual do Magalu, será, pela segunda vez, a garota-propaganda de uma coleção de roupas e calçados feita em colaboração pela adidas e pela marca de moda carioca FARM. A coleção é inspirada no estilo de vida dos amantes de skate e a campanha já está publicada no Instagram. As peças já estão disponíveis na seção Mundo Moda, recém-lançada no superapp do Magalu, e também na Zattini e Netshoes, ambas empresas do grupo Magazine Luiza. Lu tem mais de 28 milhões de seguidores nas redes sociais, o que a coloca como a terceira maior influenciadora virtual do mundo.

“A participação da Lu na campanha da Adidas, pela segunda vez, consolida a parceria com a marca e faz parte da construção da personagem como um importante asset da empresa na categoria de moda”, afirma Pedro Alvim, gerente de marca e redes sociais do Magalu. “Essa parceria com a adidas nos ajuda a pavimentar o caminho que a Lu já vem percorrendo e que vai de encontro com a estratégia de ativação e  construção de novas verticais de produtos dentro do ecossistema Magalu.”

Em dezembro de 2020, a adidas contratou a Lu para fazer a primeira campanha da influencer de uma marca externa ao grupo Magalu. Na ocasião, Lu estreou como estrela da collab adidas <3 FARM, cujos itens foram vendidos por Netshoes e Zattini.

Nas imagens do Instagram do Magalu, Lu apresenta a coleção que traz roupas casuais, em modelos que podem ser usados na academia, por exemplo, e no dia a dia. A collab é composta por camisetas, tops, shorts, leggings, vestidos, casacos e calças, além de três modelos de tênis. O conceito da campanha foi desenvolvido para convidar mulheres a serem livres no esporte e no estilo de vida, exaltando a liberdade de ocupar espaços até então dominados por homens.

Digitalização

No início deste mês, o Magalu, ecossistema para comprar e vender  com mais de 30 milhões de clientes ativos, lançou o “Mundo Moda”, um espaço totalmente reformulado dentro de seu superapp para a venda de roupas, calçados e acessórios. As mudanças vão de melhorias na navegação à expansão da oferta de produtos. São mais de 3,5 milhões de itens, incluindo grandes marcas, produtos de 300 fábricas e de mais de 20 000 sellers de todos os tamanhos espalhados pelo Brasil.

“O marketplace do Magalu garante ao seller de moda um ambiente competitivo leal, sem a presença de produtos falsificados ou vendidos sem nota”, afirma Silvia Machado, diretora-executiva de Moda e Beleza do Magalu. “O mercado brasileiro de moda é essencialmente fragmentado e analógico, o que representa uma grande oportunidade de crescimento para a companhia e se casa perfeitamente com a estratégia de digitalizar o varejo brasileiro.”

A vertical de negócios de moda foi a que mais incorporou sellers ao marketplace do Magalu neste ano. O número de varejistas passou de 8 000 para 21 000. O número de fabricantes, que vendem seus produtos direto ao consumidor, foi de 136 para quase 300. A inclusão da indústria no marketplace da companhia foi potencializada pela Hubsales, startup do grupo que oferece todo suporte de tecnologia para que os fabricantes possam vender digitalmente seus produtos sem desviar de sua atividade principal.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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