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L’OR apresenta sua nova linha de café torrado e moído

O mês de fevereiro vem com novidades para os fãs de café: chega ao mercado a nova linha de café torrado e moído premium de L’OR, chegará ao mercado nacional. Disponível em três versões, L’OR trouxe diferentes estilos de torra de grãos de café, revelando sabores e aromas distintos tornando cada blend único: L’OR Delicado tem um ponto de torra mais suave; L’OR Equilibrado com um ponto de torra médio e o L’OR Intenso oferece uma torra mais marcante.
A torra é o coração do processo de fabricação do café e traz singularidades indispensáveis para o resultado de um café premium. As altas temperaturas na torrefação proporcionam o que se deseja em termos de cor, aroma, sabor, corpo e equilíbrio à bebida. Por isso, pequenos detalhes como meio grau ou meio segundo fazem com que a linha torrado e moído se destaque, trazendo experiências diferenciadas para o paladar do consumidor.
A nova linha de L’OR já chegará ao mercado com selo Gourmet da ABIC (Associação Brasileira da Industria de Café), que concede nota máxima de superioridade fornecida pela instituição, o que comprova a alta qualidade do produto. Além disso, a embalagem de cada produto possui um QR Code para que o consumidor acesse informações exclusivas sobre o processo de produção e os tipos de torra de cada café.
“O mercado de café premium é um dos que mais crescem no Brasil. Só no último ano, o setor registrou um aumento de 55,6%. Esse lançamento de L’OR chegará para reforçar essa disputa, trazendo produtos de alta qualidade, sabor intenso e que agradará o paladar refinado e cada vez mais exigente do consumidor brasileiro”, afirma Tina Cação, diretora de Vendas da Jacobs Douwe Egberts (JDE), companhia detentora da marca L’OR.
Conheça a linha completa:
L’OR Delicado: Com torra suave, o L’OR Delicado proporciona uma acidez mais acentuada, picante, e um corpo mais leve do café, trazendo também uma leve doçura de frutas amarelas e sabor frutado;
L’OR Equilibrado: Para quem prefere uma torra média, L’OR Equilibrado oferece o equilíbrio perfeito entre acidez, doçura, corpo, amargor e aroma. O lançamento ainda apresenta notas de castanhas, além de um toque aveludado.
L’OR Intenso: O mais intenso da linha, como o próprio nome já diz, o L’OR Intenso traz uma leve acidez e oferece um café forte e encorpado, com sabor marcante, toques de caramelo escuro e cacau, além de notas de frutas secas.
Os produtos da nova linha estarão disponíveis em breve em todo território nacional e poderão ser encontrados nas principais redes de supermercado do país ou no e-commerce da marca L’OR.
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.








