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Logitech e Rubens Barrichello se juntam para realizar a campanha “Pilotos do Bem”

A Logitech, líder mundial em periféricos, em parceria com o corredor e ídolo nacional Rubens Barrichello, convidam um verdadeiro time de influenciadores e o público para a ação “Pilotos do Bem”, que tem como objetivo arrecadar doações para o Instituto Família Barrichello.
A ideia é que o público participe! A cada inscrição realizada no site da campanha a Logitech doará R$ 100 por piloto participante. Além disso, a empresa destinará mais R$ 100 à entidade por pessoa que estiver cadastrada e completar uma volta em simuladores de corrida equipados com volantes Logitech G923, nas lojas Fast Shop Higienópolis Kalunga do Shopping Eldorado, todos em São Paulo.
O público que participar da campanha pode concorrer a duas vagas em um campeonato presencial, com presenças de Rubens Barrichello, StereoOnLine e alguns convidados dos pilotos. StereOnline ainda montará um time de influenciadores com os três melhores tempos que jogarem no servidor “Pilotos do Bem”. O evento presencial que coroará o verdadeiro “Piloto do Bem” acontecerá no dia 23 de março, com transmissão pela Twitch no canal do StereOnline, dos pilotos convidados e dos influenciadores.
“Nós, como marca global, podemos criar iniciativas que tenham forte impacto social. Por isso nos reunimos com um ídolo nacional para mostrar que incentivando a participação do público – que também pode doar, podemos favorecer projetos que vão impactar de forma positiva a sociedade,” afirma Jairo Rozenblit, presidente da Logitech no Brasil. “A ação com Rubens Barrichello é mais uma das medidas que tomamos para auxiliar a construir o futuro que nós acreditamos como marca”, complementa.
“A associação do Instituto Família Barrichello com a Logitech é de uma enorme grandeza, não só por serem uma empresa com uma boa reputação no mundo inteiro, mas pelo carinho que sempre tiveram conosco e pela decisão de contribuir ativamente com o instituto. As crianças, idosos, e toda equipe do Instituto Família Barrichello agradecem”, diz Rubens Barrichello, piloto e fundador do Instituto Família Barrichello.
O Instituto Família Barrichello é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de usar o esporte para combater desigualdade e exclusão social, atuando em projetos, junto com equipamentos públicos, em bairros de alta vulnerabilidade social e econômica. Para a Logitech, essa parceria é uma oportunidade de contribuir com a transformação social e com os vínculos estabelecidos pelo instituto.
Para saber mais sobre a campanha Pilotos do Bem, acesse o site da ação.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








