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Loctite Super Bonder, Pritt e Cascola lançam campanha de doação de refeições para pessoas vulneráveis durante a pandemia de Covid-19

Ação #ColaNessaCausa, criada pelas três marcas de adesivos de consumo da multinacional alemã Henkel, vai levar pratos de comida para aqueles que mais necessitam durante a pandemia; cidadãos também podem participar
O cenário de pandemia por conta do novo coronavírus está mudando a vida das pessoas em todo mundo. Para algumas delas, o impacto da crise atual é ainda mais forte, uma vez que estão perdendo empregos, renda e, em alguns casos, passando fome.
Diante desse panorama e impulsionadas pela vontade de ajudar as pessoas em situação de vulnerabilidade, que têm sofrido com os reflexos da crise, as marcas de colas e adesivos Loctite Super Bonder, Pritt e Cascola, pertencentes à Henkel, lançam a campanha #ColaNessaCausa no dia 7 de maio. A iniciativa consiste na doação de pratos de comida via distribuição de cestas básicas com 12 itens de alimentos e higiene, composta por arroz (3kg), feijão (3kg), farinha (1kg), açúcar (1kg), macarrão (1kg), óleo (1 litro) e dois sabonetes em barra, em vários estados do Brasil. Cada cesta básica equivale a 45 refeições.
Para realizar a ação, as marcas fecharam parceria com a Ação da Cidadania – instituição fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, conhecido como Betinho, que contribui para o combate à fome e com apoio comunitário em todo o Brasil.
Como pontapé inicial dessa iniciativa, as marcas doaram 30.000 refeições e a Fundação Fritz Henkel doou o equivalente a 100.000 pratos de comida, como parte do Programa Global de Solidariedade anunciado pela companhia em março, totalizando 130 mil refeições, no qual cada prato de comida equivale a R$ 1,00 doado. Cidadãos também podem contribuir por meio do link que consta no hotsite (www.colanessacausa.com.br) da campanha. Nesse link, o doador acessa a página do projeto na Benfeitoria, onde faz a doação (o valor mínimo é de R$ 10,00) e também acompanha o progresso das arrecadações, de forma transparente, uma vez que o site fornece um contador com a quantidade atualizada de reais que já foram doados. Os parceiros da Henkel, que tiverem interesse em participar da causa, poderão entrar em contato via SAC (0800 704 2334) ou através do link Cola Nessa Parceria disponível no hotsite da campanha para fazer sua doação.
Vale destacar que cada valor doado por pessoas físicas será dobrado pela Henkel até o projeto atingir a meta total de R$ 230 mil, que corresponde a 230.000 pratos de comida. Após alcançar este teto, os cidadãos podem continuar doando até o término da campanha, que acabará no final de junho.
Além da ação social, Loctite Super Bonder, Pritt e Cascola também querem ajudar quem está em isolamento social, passando mais tempo em casa, oferecendo dicas de atividades para fazer nesse período. As marcas disponibilizaram nos perfis do Instagram @loctitebrasil,@prittbrasil e @cascolabrasil uma série de conteúdos digitais. São diversas postagens de artes, vídeos e textos elaborados pelas marcas propondo dicas e atividades que as pessoas podem realizar no dia a dia, como passatempos com as crianças, reparos e reformas simples que podem ser feitos dentro de casa.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








