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LinkedIn Game Show promove gincana virtual com agências publicitárias

O LinkedIn promoveu uma gincana virtual e reuniu doze grandes agências publicitárias para a segunda edição do LinkedIn Game Show. Em 2019, a edição da brincadeira foi no estilo ‘passa ou repassa’ com direito a torta na cara e um XBox para os primeiros colocados. Desta vez, por conta da pandemia, a competição teve que ser diferente, mas claro que não deixou de ser divertida! Em um novo formato online, a plataforma designou o tema ‘home office’ para os participantes.
Para começar, enviou pijamas personalizados, balões com frases populares do trabalho remoto e itens de happy hour para a casa dos participantes para todo mundo ficar ainda mais integrado mesmo com a distância. As agências Accenture, Africa, Artplan, Blinks, CuboCC, ID\TBWA McGarryBowen, Mutato, VML, Y&R, WMcCan e WundermanThompson foram as privilegiadas a participar do game, e cada um de seus representantes receberam um QR code de acesso a um quiz digital sobre LinkedIn, para ver se os profissionais conheciam tudo sobre o uso da plataforma e quais eram as melhores práticas.
“Um levantamento nosso mostrou que 78% dos profissionais de marketing B2B consideram o LinkedIn a plataforma de mídia social mais eficaz para ajudar as organizações a atingirem objetivos específicos. No entanto, percebemos que ainda havia algumas dúvidas sobre o uso das ferramentas, o que nos levou a criar esta experiência que, de forma descontraída e gamificada, ajuda os times aproveitarem ao máximo nossos recursos. Não podemos esquecer que a ideia era também trazer algo leve e divertido em um ano particularmente desafiador como está sendo 2020”, afirmou Ana Carolina Almeida, Gerente de Marketing do LinkedIn.
Além de ser uma iniciativa para fortalecer ainda mais o relacionamento com as agências e reforçar o posicionamento do LinkedIn como plataforma de mídia, era essencial a diversão. Por isso, as equipes também participaram de uma live apresentada por Lais Orrico, Head de Agências do LinkedIn para América Latina, e pela influenciadora e podcaster, Bielo Pereira. “A diversidade, a inclusão e o pertencimento são essenciais para a cultura e os valores do LinkedIn, por isso, escolhemos a dedo uma apresentadora que representa tudo o que acreditamos”, completa Ana Carolina Almeida.
Como todo mundo sabe, apesar de uma brincadeira, as agências não esqueceram que ainda se tratava de uma competição! Após rodadas sobre home office, memes, cultura em geral e até embaixadinhas com rolos de papel higiênico, os pontos foram contabilizados e os representantes da agência Blinks sagram-se os ganhadores. Na premiação do LinkedIn Game Show todos membros ganharam um troféu e um robô aspirador.
Toda a experiência foi registrada na página do evento dentro do próprio LinkedIn, onde os participantes tiveram que cumprir missões de unboxing e uma competição sobre o melhor look da quarentena.
A ferramenta de eventos, lançada em março deste ano no LinkedIn, visa facilitar os encontros, workshops e seminários, além de juntar a comunidade, promover o networking e ajudar os profissionais e empresas a migrarem para o ambiente virtual. Os usuários podem criar eventos personalizados, convidar seus públicos e postar conteúdos com segurança. Todas as alterações feitas são notificadas aos participantes, o que aumenta ainda mais o engajamento na plataforma.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







