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Líder mundial de telas em painéis de LED, Unilumin

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Líder mundial de telas em painéis de LED, a Unilumin Group mira o Brasil em seu plano de expansão e firma parceria com a The LED, um do principais players do mercado brasileiro e que em setembro completa 10 anos de atuação. Empresa chinesa de capital aberto, com parque industrial de 400 mil metros quadrados, a Unilumin tem suas telas espalhadas em mais de 160 países. A parceria foi anunciada junto com o lançamento mundial de novo produto – denominado UDA – voltado ao mercado varejista da Ásia, América Latina e África.

O primeiro passo da Unilumin para entrar no País ocorreu este ano com o anúncio da contratação de Orlando Custódio como CEO e, na sequência, a escolha de um distribuidor local. Profissional com forte histórico empreendedor nesse setor, Custódio que já conhecia bem o potencial e a reputação da The LED, fatores decisivos para a união das marcas fez a aproximação. “São duas empresas muito fortes, uma internacionalmente e outra no Brasil. Juntos, vamos atender ainda melhor os clientes, com oferta de produtos inovadores e forte pós-venda, além da abertura de novos mercados”, afirma.

Richard Albanesi, fundador e CEO da The LED, destaca que estar ao lado de uma empresa do porte da Unilumin representa maior oferta de produtos competitivos, de altíssima qualidade e excelência. “Anunciar essa parceria em um momento tão delicado da economia mundial, e durante as comemorações de nossos dez anos, só demonstra o quanto confiamos no desenvolvimento desse segmento, oferecendo soluções para empresas de vários setores e portes”, acrescenta.

Estudo da Futuresource Consulting prevê crescimento contínuo desse mercado mundialmente, superando faturamento de US$ 12 bilhões até 2023. A Unilumin alcançou receita de US$ 812,17 milhões ano passado, com crescimento anual de 23,8%. Esses números a colocam na liderança global do segmento, com 16,5% de participação de mercado no primeiro trimestre de 2020.

“No Brasil não temos números do setor, mas é visível que painéis de LED ocupam cada dia mais novos e relevantes espaços no varejo, estádios, aeroportos, shopping centers, o mundo fashion, conquistando grandes anunciantes e atraindo atenção do público”, continua Albanesi.

Lançamento – A Unilumin, observando a grande demanda para painéis de LED no mercado de varejo, lança mundialmente o UDA Indoor Panel Series nesta segunda-feira (31). Em parceria com a The LED, a Unilumin já disponibiliza este lançamento ao mercado brasileiro.

“O UDA apresenta tela mais fina e com melhor definição de imagem, adequa-se a espaços menores com a resolução incrível atendendo grandes projetos. É uma proposta muito em linha com o mercado do varejo, atende e dá flexibilidade a qualquer operação e utilização. É oferecido em pixel pitches de 1.6 a 4.0, com manutenção total frontal e traseira”, diz Custódio.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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