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LED na Louis Vuitton de NY define tendência em vitrines da moda

Visualize entrar ou passar por uma loja onde a vitrine é mais do que uma exibição de produtos; é uma experiência visual imersiva. É assim que os painéis de LED estão transformando o ponto de venda (PDV), unindo moda e tecnologia para criar ambientes inovadores e atraentes. Esses dispositivos versáteis não só exibem produtos, mas também criam histórias visuais que capturam a atenção dos clientes.
Para Danniel Xavier, CEO da LED Expert, startup mineira de paineis de LED, a digitalização do PDV coloca os painéis de LED na vanguarda das estratégias de marketing. Segundo Xavier, esses dispositivos abrem novas possibilidades para criatividade e inovação no ambiente de vendas, sendo ferramentas visuais atraentes e versáteis, permitindo que as marcas personalizem suas mensagens e interajam de maneira mais eficaz com os consumidores.
A colaboração entre Louis Vuitton e Nike é um exemplo claro dessa transformação, onde a tecnologia de motion 3D e painéis de LED em Nova Iorque criaram uma vitrine impressionante que viralizou nas redes sociais, demonstrando o poder dos painéis de LED em criar experiências memoráveis e impactantes.
A loja da Louis Vuitton no aeroporto de Beijing também exemplifica como essa tecnologia pode ultrapassar a definição de um simples ponto de venda e redefinir a experiência de compra. “Com uma fachada revestida de painéis, a loja exibe jogos de luzes dinâmicas e a icônica padronagem de logo da marca, reforçando a identidade da marca”, diz o CEO da LED Expert. Além das vitrines, os painéis de LED são eficazes em diversos contextos, como fachadas, quiosques, entre outros.
Segundo o especialista, a adoção dessa tecnologia no PDV aumenta significativamente a visibilidade das campanhas e o engajamento dos clientes. Um estudo intitulado ‘Insider OOH’ mostra que 81% das pessoas admitem que gostam de ver anúncios de mídia exterior/OOH em formatos digitais.
Além disso, há muitas outras vantagens práticas, como economia de energia de até 60% e uma vida útil de até 40 mil horas, reduzindo significativamente a necessidade de manutenção, o conforto visual com luz indireta e espalhada, sem contar que são ecologicamente corretos e não emitem calor, atraindo menos insetos indesejáveis.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








