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Laser&Co escolhe Beatriz Reis para estrelar lançamento de plano de assinaturas

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“Oi, meu Brasil! Vocês já pensaram em ter acesso a tratamentos a laser para o corpo todo?” A pergunta que abre a nova campanha da Laser&Co não é apenas um chamado, mas a essência do “Laser&Club” – plano de assinatura da marca, lançado oficialmente nesta quarta-feira (5). Estrelada pela ex-BBB e influenciadora digital Beatriz Reis, a campanha, produzida pela Kodai Films em parceria com agência criativa YouGo, convida o público a repensar a rotina de cuidados estéticos de uma forma engajada e descontraída. O programa oferece mais de 30 sessões de procedimentos a laser, descontos exclusivos nos tratamentos, facilidades de pagamento, além de contar com a isenção da taxa de adesão durante o período promocional.

No vídeo, Beatriz, conhecida por seus bordões marcantes e comunicação espontânea, descomplica o serviço mantendo uma abordagem leve e envolvente. A influenciadora detalha como a Laser&Co integra tecnologia avançada e praticidade para transformar cuidados estéticos em uma rotina viável, sem surpresas financeiras. A narrativa, alinhada ao propósito da marca, ressalta que
beleza e bem-estar não precisam ser luxos inalcançáveis. “Nosso compromisso é facilitar o acesso aos melhores tratamentos estéticos e, com o Laser&Club, estamos dando mais um passo à frente. Queremos que nossos clientes possam cuidar da saúde e beleza da pele de forma simples, com planos que não comprometam o orçamento. A Bia foi a escolha perfeita para traduzir essa mensagem,
porque ela se conecta ao público de um jeito único e genuíno”, afirma Rafael Estevez, CEO e cofundador da empresa.

Ao investir em iniciativas estratégicas, como a parceria com a cantora e empresária Anitta – sócia da marca desde setembro de 2024 –, a empresa expande sua presença no mercado, fortalecendo a proximidade com públicos diversificados e reforçando sua capacidade de dialogar com diferentes perfis de consumidores.
“Queremos que a experiência dos clientes supere a realização de procedimentos isolados. O Laser&Club nasceu para ser um conjunto de cuidados completo, contínuo e moldado às necessidades de cada um. A ideia é unir comodidade e fidelização, para que a jornada estética seja tão única quanto quem a vive”, destaca Cristina Bohrer, cofundadora da instituição.

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Estudo da Go Magenta revela que brasilidade domina o streaming em esportes e realities, mas perde espaço na ficção

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O Brasil é reconhecido globalmente como um celeiro de talentos nas mais diversas modalidades esportivas, do automobilismo ao tênis, passando por natação, basquete e beisebol. No entanto, é o futebol que atua como o verdadeiro catalisador da paixão nacional nas telas. A constatação faz parte de um estudo contínuo conduzido pela consultoria de pesquisas e insights Go Magenta, que monitora os hábitos de consumo de conteúdo no ecossistema de streaming. Ao analisar as preferências do público em diferentes gêneros audiovisuais com um questionamento direto sobre a predileção entre produções nacionais e internacionais, o levantamento apontou que 64% dos brasileiros preferem conteúdos esportivos locais, contra 36% que optam pelas exibições estrangeiras.

O forte apelo ganha ainda mais relevância no contexto  da Copa do Mundo de 2026, período em que marcas de live marketing e plataformas de mídia aceleram ativações voltadas a amplificar o senso de brasilidade e a identidade coletiva. Fora das arenas, as produções caseiras também demonstram força em gêneros que espelham o cotidiano e os costumes do público, como os realities (55% de preferência) e os documentários (45%), além de programas voltados ao formato de lifestyle.

Apesar do orgulho nacional manifestado no esporte e no confinamento, o comportamento do espectador brasileiro muda drasticamente quando o assunto é o entretenimento de ficção. Categorias como comédia, true crime, romance e drama registram maior consumo de obras estrangeiras. O cenário é ainda mais desafiador para a ficção científica, o horror e o suspense, que somados detêm apenas 12% da preferência por produções locais — o que significa que 88% dos consumidores preferem as obras de fora.

De acordo com a análise da Go Magenta, os dados apontam para uma necessidade de chancela internacional para que o produto ficcional brasileiro ganhe relevância em seu próprio território. O sentimento do mercado é sintetizado pela percepção de que, se uma obra nacional virou assunto e recebeu elogios no exterior, ela passa a ser valorizada internamente. Embora o movimento brasilcore tenha conquistado espaço na moda, nas trilhas musicais e na estética das redes sociais, a barreira do colonialismo cultural ainda dita as regras nas telas de cinema e streaming.

Este dilema de consumo não é uma exclusividade do Brasil. O mapeamento da Go Magenta identificou que vizinhos como Argentina, Chile, Colômbia e México replicam exatamente o mesmo padrão de comportamento, reservando o entusiasmo local para os gramados e para os dramas humanos da TV aberta, enquanto cedem os mercados de aventura e drama para os grandes estúdios internacionais.

O contraste fica evidente ao analisar mercados consolidados como os da Austrália e do Canadá. Mesmo sem o peso de exportação massiva de Hollywood, ambos os países registram um consumo de produções locais maduro e equilibrado. No cenário canadense, o consumo de conteúdo nacional quase empata com o estrangeiro em praticamente todos os gêneros avaliados, refletindo uma relação sólida da população com sua própria indústria cultural.

A impermeabilidade do público brasileiro, contudo, encontra suas exceções quando amparada por grandes motores de distribuição digital. Um exemplo mapeado pelo social listening da consultoria foi o sucesso de Emergência Radioativa, série documental da Netflix sobre o acidente radiológico de Goiânia. A produção viralizou ao resgatar um fato histórico nacional que era desconhecido por grande parte do público, mas o engajamento massivo e a credibilidade inicial ainda dependeram do selo de uma plataforma global.

Enquanto programas consolidados como o Big Brother Brasil mantêm sua liderança em repercussão no formato de reality, séries internacionais como The Boys e Bridgerton continuam dominando os principais fandoms e as conversas digitais. O estudo conclui que, embora o brasileiro vibre com a seleção e levante a bandeira nacional, a preferência por roteiros de ficção complexos ainda tem sotaque estrangeiro, mantendo o mercado audiovisual do país dependente da validação externa para consolidar suas produções de gênero.

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Betnacional escala Vini Jr. e Galvão Bueno em campanha contextual após vitória da seleção no torneio global

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Como parte de sua plataforma de comunicação integrada “Bota Essa Paixão Pra Jogo”, a Betnacional lançou uma nova peça publicitária de forte impacto contextual estrelada por seu embaixador, o atacante Vini Jr. O filme publicitário estreou nos canais digitais e na grade televisiva na madrugada desta quinta-feira, 25 de junho, imediatamente após o apito final que consolidou a vitória da Seleção Brasileira sobre a Escócia. A estratégia de real-time marketing busca capturar a euforia do torcedor no ápice do engajamento para direcionar a atenção para a próxima fase da competição.

O roteiro do novo filme bebe na fonte da cultura pop mundial, inspirando-se na célebre frase “Houston, temos um problema”, imortalizada na história aeroespacial após o incidente com a missão Apollo 13 em 1970. A escolha do mote serve como um trocadilho geográfico e tático para o próximo compromisso oficial do Brasil, agendado para a segunda-feira, dia 29 de junho, na cidade de Austin, localizada no estado americano do Texas.

Na produção, Vini Jr. lidera uma provocação sadia e bem-humorada voltada ao próximo oponente da seleção em campo. De acordo com a narrativa da campanha, o verdadeiro “problema” do adversário texano será encontrar uma fórmula tática eficiente para neutralizar um time brasileiro que avança embalado para a fase de 16 avos de final do campeonato.

Para elevar a carga dramática e a identificação do público com o ambiente futebolístico, a Betnacional escalou o narrador Galvão Bueno para fazer a locução oficial do comercial. A voz mais tradicional do esporte brasileiro confere um tom de solenidade e grande expectativa à produção, aproximando a marca de apostas esportivas dos rituais tradicionais de torcida do país.

O novo lançamento consolida a eficiência da agência parceira da marca em produzir conteúdos ágeis e modulares, cuja veiculação depende estritamente do desenrolar dos resultados da equipe em campo. O filme sucede o comercial “Chocolate”, que havia sido amplamente divulgado logo após o triunfo elástico do Brasil sobre o Haiti na rodada anterior.

Ao amarrar cada desdobramento de mídia aos fatos factuais vividos pelos jogadores no torneio, a Betnacional não apenas amplia sua visibilidade de mercado, mas se posiciona de forma orgânica na crônica esportiva diária. A plataforma consolida o uso do patrocínio esportivo e das ativações com grandes influenciadores como ferramentas fundamentais para construir relevância e garantir a liderança de conversão em um setor altamente competitivo.

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