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Kopenhagen apresenta campanha de Páscoa “Sabor Que Vem de Dentro” e ressignifica as conexões à distância

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Já está no ar a campanha de Páscoa da Kopenhagen, que traz como destaque os aguardados e deliciosos produtos da marca e apresenta a ação “Sabor Que Vem de Dentro”, assinada pela Artplan, com a missão de promover o que realmente importa nesta data tão especial: a conexão entre pessoas. Em um período marcado pelo distanciamento social, datas comemorativas tendem a adquirir um novo contexto e a união tão importante entre familiares e amigos requer um pouco de criatividade. Pensando em alternativas de compartilhamento de carinho e afeto mesmo à distância, a Kopenhagen criou uma landing page exclusiva para ação, com a agência Inkuba, que poderá ser acessada através de um QR Code que estará disponível em tags nas sacolas, redes sociais ou através do e-commerce da marca, que permite a personalização de um recado através de uma vídeo mensagem para ser enviada a alguém especial.

“Será a segunda Páscoa em isolamento social, e este ano a data ganhou um significado ainda mais intenso. Por isso, queremos fortalecer o vínculo emocional com nossos clientes e propor novas maneiras de celebrar e se conectar com quem amamos”, destaca Maricy Porto, diretora executiva da Kopenhagen. Para a data, a Kopenhagen traz um portfólio de 55 itens, sendo 15 lançamentos. Destaque para a linha Repleto, ovos que prometem ser a maior novidade da temporada. Após grande investimento em pesquisa e concepção, a Kopenhagen lança pela primeira vez ovos de colher que vêm recheados em três sabores: 4 Clássicos (combinação dos queridinhos Língua de Gato, Nhá Benta, Lajotinha e Chumbinho), Chokonut (delicioso creme com pedaços de avelãs para um mix incrível de texturas) e um dos best sellers da linha Kopenhagen, Melt Caramelo, que ganha também a sua versão com ganache de chocolate ao leite e biscoitos além de uma camada generosa de caramelo e granulê na decoração. Todos eles acompanhados de uma exclusiva colher para desfrutar de uma experiência completa Kopenhagen em casa.

Após o sucesso de vendas da linha Exagero nos últimos anos, a marca também apresenta um novo sabor da linha Soul Good, Língua de Gato avelã, versão de ovo extra recheado da linha zero lactose e zero adição de açúcares, que supre uma demanda de mercado por produtos mais saudáveis e que atendam a restrições alimentares. A categoria de ovos tradicionais, que traz versões dos clássicos produtos da Kopenhagen, também apresenta duas novidades: Ovo Chokonut (chocolate ao leite com pedaços de avelã) e o Ovo Keep Kop Pipoca (chocolate ao leite com a crocância da pipoca gourmet). Já a linha Lingato, voltada para o público infantil, vem ganhando cada vez mais destaque, já que apresentou sold out 10 dias antes da Páscoa e foi expandida com três novas opções de produtos acompanhado de brindes exclusivos da linha e com variados desembolsos. Há também dois produtos voltados para o público teen, que incluem headphones exclusivos. Outro grande destaque é o lançamento inédito do Ovo Deluxe (mix de chocolate ao leite com chocolate branco, macadâmia caramelizada, amêndoas e pistache, além de 8 bombons separados de chocolate ao leite com avelã em 1kg de produto), que inclui um pingente de coelho da linha Life by Vivara. A parceria com a marca de joias foi um movimento estratégico para disponibilizar uma opção ainda mais especial de presente para a ocasião.

Para comunicar essa campanha repleta de lançamentos e significados, a Kopenhagen trabalhou na produção de conteúdos de vídeos e imagens para redes sociais, que serão publicados até a Páscoa, além de investir em ações com influenciadores de diferentes regiões do país, mídia programática e out-of-home. Nesse último ano a marca Kopenhagen vem abrindo diversas frentes de canais onde o consumidor pode comprar os chocolates de maneira digital, sem sair de casa, através da loja virtual, telefone, WhatsApp das lojas mais próximas de sua residência e aplicativos parceiros. Além poder participar do programa de fidelidade da marca, o Kop Club, que dá acesso ao atendimento exclusivo por meio do personal shopper. Os produtos já estão disponíveis no site da Kopenhagen, nas lojas físicas e nos aplicativos parceiros.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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