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KitKat investe R$ 125 milhões para expansão da marca no mercado brasileiro em 2020

Presente no Brasil desde 2011, KITKAT®, a marca #1 de Chocolates da Nestlé no mundo, investiu R$ 125 milhões para ampliar e consolidar sua presença no mercado nacional de chocolates no ano de 2020. Apenas no segundo semestre, a marca inaugurou oito novos quiosques de KITKAT® Chocolatory em shoppings do Estado de São Paulo, completando ao todo 10 pontos de venda nos centros comerciais.
“No ano de 2019 abrimos a primeira Flagship da América Latina e, após muito sucesso, estamos ampliando a experiência para outros pontos de venda direta ao consumidor em forma de quiosques, principalmente na cidade de São Paulo.”, destaca Leandro Cervi, Head de Chocolates da Nestlé Brasil.
Desde julho, os paulistanos podem fazer compras em quiosques nos shoppings Jardim Sul, Mooca, Anália Franco, Bourbon, Higienópolis, Cidade São Paulo, Center Norte, Iguatemi SP, Iguatemi Campinas e Eldorado. Ainda neste semestre, Campinas foi a primeira cidade fora da capital a receber a loja dedicada ao chocolate, no shopping Iguatemi Campinas.
Já em outubro, por conta da pandemia, KITKAT® Chocolatory também migrou para um formato diferenciado de contato direto com consumidor, por meio da Live Experience. Trata-se de uma experiência temporária com interação online, das 14h às 16h, que proporciona aos clientes não só a compra do produto, como também conteúdo de entretenimento.
“Nesse momento em que ainda não podemos estar tão próximos, encontramos uma forma de proporcionar ao público, virtualmente, a experiência da nossa loja. A plataforma oferece auxílio dos vendedores em um ambiente digital interativo, assim como já acontece na nossa loja física”, afirma Cervi. “O nosso objetivo é que KITKAT® Chocolatory seja verdadeiramente o que nós denominamos uma experiência omnichannel”.
Novos Breaks
Além da expansão física neste segundo semestre, a marca também está investindo em edições limitadas e novos sabores. Nas últimas ocasiões de Páscoa, Natal e Halloween, por exemplo, as versões especiais do chocolate tiveram boa receptividade do público, fortalecendo a estratégia de proporcionar experiências únicas e inovadoras.
Para quem sentiu falta de KITKAT® Chunky, ele está de volta às prateleiras – o produto deixa de ser importado, passa a ser produzido no Brasil e já se encontra em pontos de venda de varejo, atacado e canais doceiros. Outros dois sucessos de vendas que retornam ao mercado são as versões KITKAT® Morango e KITKAT® Limão, no formato 4 fingers.
A edição limitada de KITKAT® Gold – famoso chocolate blond que nasceu na Europa e é caracterizado pela combinação de chocolate branco com notas de caramelo – lançada durante a premiação “MTV Miaw”, no fim de setembro, também complementa o portfólio atual. Para anunciar o novo sabor, a marca patrocinou a “Live das Lives #BreakTheInternet”, que revelou a live que quebrou a internet em 2020. Além disso, o troféu da premiação contava com um pingente de KITKAT®. É o segundo ano que a marca está presente em uma das maiores premiações de cultura pop para revelar o ganhador da Categoria patrocinada.
Já durante o mês de outubro, a marca lançou quatro novos sabores de Halloween: Pumpkin Pie (torta de abóbora), Bloody Mary, Sour Green Apple (maçã verde ácida) e Scary Berry (blackberry que explode na boca! “Sabemos que o Halloween é um evento relevante para o target, principalmente em outros países, mas ainda pouco explorado no Brasil. Decidimos desenvolver conceitos ícones fortes da sazonalidade, inspirados no mundo a fora, onde temos um grande negócio de KITKAT®”, destaca Cervi.
Para criar esse vínculo, a loja KITKAT® Chocolatory já está decorada com elementos que remetem à festividade, com ambientes interativos para que o público possa se divertir e criar conteúdo para compartilhar nas redes sociais.
Direto da fábrica
Ao longo de todo esse ano de 2020, a Nestlé tem um plano bastante robusto de investimento em suas operações no Brasil: no total a companhia irá investir R$ 715,1 milhões, com investimento em projetos diversos em unidades da companhia em todo o país.
E como não poderia deixar de ser, KITKAT® é parte desse movimento. Em Caçapava, onde acontece a produção de chocolate, a Nestlé inaugurará, no ano que vem, uma nova linha de produção para a marca KITKAT®.
Por conta do cenário em que se deu a implantação da linha, as instalações mecânicas foram todas realizadas por técnicos locais da Nestlé orientados remotamente e em tempo real por engenheiros da empresa fornecedora de equipamentos. Essa prática de orientação remota para instalação de equipamentos e tecnologias foi utilizada em diversos projetos da companhia no Brasil ao longo de 2020, com direcionamentos fornecidos por parceiros de vários países, como Alemanha, Suíça, França e Dinamarca.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







