Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Justo inicia sua operação no Brasil e anuncia parceria com a ONG Banco de Alimentos

Publicado

em

Justo inicia sua operação no Brasil e anuncia parceria com a ONG Banco de Alimentos

O supermercado Justo, 100% digital, anuncia o início de suas atividades na primeira semana de outubro. O Justo tem o propósito de usar a tecnologia e os dados para promover o comércio justo, estimular o consumo de produtos mais frescos, comercializar sob o uso consciente de recursos e oferecer um atendimento personalizado. Para a operação brasileira o Justo contará com a parceria com a ONG Banco de Alimentos, que atua há 23 anos no combate à fome e ao desperdício de alimentos no Brasil.

São Paulo é a primeira cidade da América Latina a receber os serviços do Justo. Estão disponíveis para o consumidor, orgânicos, incluindo frutas, verduras, legumes, carnes e peixes sempre frescos, bebidas, itens de despensa, higiene pessoal e beleza, casa e limpeza, tudo entregue por uma equipe 100% própria e treinada, além de centro de distribuição próprio, na zona oeste da cidade, onde também funciona o escritório da startup.

 

Pelo aplicativo ou site, o cliente adiciona seus produtos no carrinho e no processo de finalização da compra é possível escolher em qual horário a compra deverá ser entregue pela equipe, de forma segura, prática e higiênica e sem alterações ou substituições. É no momento da compra que o cliente escolhe se deseja doar à ONG Banco de Alimentos valores de até R$10,00, que serão dobrados pelo Justo, ou seja, a cada R$ 2,00, R$ 5,00 ou R$ 10,00 o Justo dobra o valor. Além disso, a cada R$100,00 em compras no site ou aplicativo, o Justo irá doar R$1,00 para a ONG. Hoje a ONG Banco de Alimentos atende em sua rede mais de 23 mil pessoas na região da Grande São Paulo.

“Estamos prontos para iniciar nossa jornada no Brasil! Nosso objetivo é transformar a indústria de consumo usando tecnologia com práticas justas. Neste cenário, nada mais justo do que atuarmos em parceria com a ONG Banco de Alimentos, que hoje atua de forma expressiva no Brasil no combate a um dos maiores problemas da nossa sociedade, a fome” diz André Braga, VP de Expansão Brasil do Justo.

SOBRE A ONG BANCO DE ALIMENTOS

Criada pela economista Luciana Chinaglia Quintão, a ONG Banco de Alimentos trabalha há 23 anos no combate à fome e ao desperdício de alimentos no Brasil. É uma organização pioneira no âmbito da sociedade civil, com ações integradas voltadas a “Alimentar, Educar e Transformar”. Por meio do  trabalho denominado Colheita Urbana, recolhe alimentos no campo, na indústria e no comércio que são sobras de comercialização pela perda de seu valor comercial, mas que estão perfeitos para o consumo. Dessa forma, reduz o desperdício e entrega os alimentos para entidades sociais, minimizando os efeitos da fome e possibilitando a complementação alimentar de qualidade em 42 entidades assistidas continuamente, que atendem mais de 23 mil pessoas na região da Grande São Paulo. Além da Colheita Urbana, a ONG Banco de Alimentos atua nos pilares Educação Nutricional, Conscientização e Assistência Social.

Durante a pandemia, a ONG Banco de Alimentos, em ação de ajuda humanitária, estruturou uma rede colaborativa de mais de 300 entidades sociais que passaram a ser beneficiadas pela doação de alimentos. Entre abril de 2020 e março de 2021, distribuiu o total de 5.261.652 quilos de alimentos via Colheita Urbana, cestas básicas e cartões/cestas digitais, trabalho que continua a ser desenvolvido. Apenas em agosto de 2021 foram distribuídos 86 mil quilos de alimentos via Colheita Urbana; 114 mil quilos de alimentos em cestas básicas: e 26 mil quilos em cartões e cestas digitais, que chegaram a mais de 62 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social.

As ações desenvolvidas pela ONG Banco de Alimentos em todas as frentes, além realizarem a ponte entre os dois Brasis – o Brasil que passa fome e o Brasil que desperdiça alimentos todos os dias –, são ações estruturadas incansavelmente para que seja possível atingir um objetivo maior: o de trazer consciência à sociedade como um todo para a questão urgente do combate à fome no país.

www.bancodealimentos.org.br

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

Continue lendo

Empresa

Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

Publicado

em

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

Continue lendo

Empresa

Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

Publicado

em

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

Continue lendo