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Johnnie Walker reforça presença em grandes festivais do país e anuncia presença no The Town 2023

A pouco menos de 100 dias da estreia da primeira edição do novo festival de música, cultura, arte e entretenimento de São Paulo, Johnnie Walker anuncia sua presença como whisky oficial do The Town 2023 e reforça a participação nos principais festivais do país, investindo cada vez mais no território da música como plataforma de amplificação da mensagem Keep Walking. O evento está programado para acontecer durante os dias 2, 3, 8, 9 e 10 de setembro, no Autódromo de Interlagos, ocupando uma área de 350 mil metros quadrados para seis palcos. O The Town 2023 estima receber 600 mil pessoas nos cinco dias de programação e, para contagiar o público presente, Johnnie Walker estará presente no gramado pela primeira vez com uma ativação icônica.
A presença em festivais tem sido uma estratégia bem sucedida para a marca em 2023. Um exemplo disso é o sucesso obtido com suas ações no Lollapalooza Brasil. Desde o naming rights de um dos palcos, passando pela ativação no estande, os brindes e os preços dos drinks nos bares, tudo foi pensado com o objetivo de gerar desejo e experimentação do lançamento Johnnie Walker Blonde. O resultado foi um crescimento de 153% no consumo em relação à edição de 2022. Este percentual é ainda maior quando consideramos apenas as vendas realizadas diretamente no estande da marca: 322% a mais que na edição passada.
Segundo a Diageo, companhia a qual os rótulos Johnnie Walker fazem parte do portfólio, esta foi a maior ação de experimentação já feita pela marca. Isso se deve, em parte, pela grande visibilidade garantida pelo palco proprietário, que levou o nome do novo rótulo, pelo copo onde o drink da bebida foi servido ser visualmente atrativo e pelo conteúdo produzido por influenciadores convidados ao espaço da marca.
Por outro lado, uma pesquisa interna revelou que a propaganda boca a boca em torno do drink foi um fator fundamental para gerar vendas. É o que explica Eric Strauss, diretor de marketing de scotch da Diageo. “O drink Blonde Citrus Highball tem um sabor diferente do que geralmente se espera de um drink com whisky. Por ser refrescante, ele combina com a ocasião diurna em que a maior parte do festival acontece. Este fator agradou os diversos paladares e, somado ao copo icônico da marca que a pessoa ganhava quando pedia um drink, colaborou para que elas indicassem aos seus amigos”.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








