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IZA explora suas raízes em filme da campanha da nova coleção em parceria com Risqué

Dona de uma voz e personalidades únicas, IZA foi o match perfeito com Risqué – que atua no mercado de esmaltes e pertencente ao Grupo Coty no Brasil – e a inspiração para uma coleção #AsCoresDasMinhasRaízes, que representa bem essa união de ideais e lutas. Agora, a cantora estrela também o filme da nova campanha da marca, que busca retratar a importância das raízes na construção da personalidade e o quanto isso dá confiança para as pessoas se expressarem como quiserem.
Idealizada e executada pela Ampfy, a peça traz momentos significativos da história da cantora e cores que representam suas origens. Com isso, a marca também quer trazer à tona as raízes de cada um e sua importância para construir identidades. O filme, dirigido por Felipe Sassi, também responsável pelo clipe Gueto, além de outros da cantora, foi gravado na mesma locação deste sucesso de IZA, um hino em homenagem às origens da artista.
O vídeo da campanha de Risqué começa com a IZA grafitando o nome da coleção num muro e depois interagindo num cenário que representa Olaria, bairro onde passou parte da sua infância e adolescência, com referências à cultura e local onde cresceu. A peça retrata banhos de mangueira cheios de cor, Kombis que fazem parte da cenografia do seu clipe Gueto, e a proximidade com as mulheres de seu bairro, que inspiraram muitas de suas canções. Além disso, a marca recria o salão de beleza da avó de IZA, Dona Dagmar, mostrando a cumplicidade entre as mulheres no momento de fazer as unhas.
Ficha Técnica
Cliente: Risqué
Produto: Nova Coleção
Projeto: Risqué + Iza
VP de Marketing Coty: Regiane Bueno
Equipe de Marketing Coty e Risqué: Paulo Carneiro, Beatriz Rolfsen, Flávio Barolli e Giovanna Rigolon
Agência: AMPFY
CEO: André Chueri
CCO: Fred Siqueira
COO: Douglas Bocalão
CBO: Guilherme Brum
VP de Mídia e Growth: Sérgio Brotto
ECD: Dogura Kozonoe
CD: Bruno Érnica
Criação: Juliana Coelho, Renato Picolo, João Bastos, Luiz Gustavo Maciel, Lars Ferreira e Beatriz Helena
Diretor(a) de Atendimento: Barbara Gava Rodrigues
Diretor(a) de Contas: Mariana Andrade
Atendimento: Gabriela Nogueira Dias e Gabriela Marsola
Head de Planejamento: Luciana Padovani
Diretor de Planejamento: Augusto Leme
Planejamento: Juliana Pádula e Isabella Duarte
Diretora de Mídia: Thaís Degilio
Mídia: Marianna Moreira, Barbara Castro e Mariana Corrêa
Content Lead: Vanessa Brito
Community Manager: Jacqueline Martins
Gerente de Operações: Gabriel Kuhlmann
RTV: Cacau Florentino, Heitor Molina, Carolina Santos, Larissa Deruzzi e Douglas Nascimento
Produção: Academia de Filmes
Produtor: Paulo Schmidt
Diretor: Felipe Sassi
Diretor de fotografia: Victor Alencar
Direção de Arte: Gui Avila
Diretor de produção: Tato
Produção Executiva: Wanisy Roncone e Diana Balsini
Figurinista: Membranas
Montagem e Pós produção: Cora Post
Atendimento: Nadi Lima
Produtora de som: Audioman
Maestro/Produtor: Nick Casabona
Finalizador: Nabar Cunha
Atendimento produtora: Gabriela Betti
Produtora 3D: CLAN VFX
Produção Executiva CLAN VFX: Luiz Adriano e Monica Delfini
Coordenadora de Produção CLAN VFX: Tania Ripardo
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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.
A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.
Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.
A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.
Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.
A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.
O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.
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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.
Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.
De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”
O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.
Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.
O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.








