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Itaú Unibanco e JCDecaux lançam primeiro relógio de rua com tecnologia 4K no Brasil

Equipamento foi instalado na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, e será de uso exclusivo do banco
O Itaú Unibanco e a JCDecaux, líder mundial em mídia out of home, colocaram em operação em São Paulo o primeiro relógio de rua com tecnologia 4K no Brasil, instalado no início de janeiro estrategicamente na Avenida Brigadeiro Faria Lima, próximo ao prédio do Itaú BBA. O novo equipamento possui duas faces full digital 4K de última geração, que serão de uso exclusivo do banco, com exibição de publicidade e conteúdo 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Em união com as agências Africa e DPZ&T, o formato permitirá, além de mais qualidade visual, diversos tipos de interação com a audiência da região, seja com entrega de mensagens em tempo real, interação com redes sociais ou ainda materiais exclusivos, criados pela própria equipe do banco. Inicialmente, o relógio irá exibir conteúdos focados no Itaú BBA, braço de atacado do banco.
Com investimentos em inovação e excelência de seus equipamentos, garantindo a mais alta fidelidade de cores aos pantones originais dos anunciantes, a tela 4K da JCDecaux possui uma das melhores resoluções de cores do mercado e seis vezes mais brilho que uma tela comum de LCD, trazendo ainda mais visibilidade para as campanhas de clientes.
“O Itaú já é um grande player de mídia no mercado. O que buscamos agora são novas formas de associar mídia e conteúdo para amplificar o impacto das nossas ações e prestar serviço para nossas diferentes audiências. Essa solução da JCDecaux vem ao encontro dos nossos objetivos, unindo inovação a um formato tradicional”, afirma Robson Harada, superintendente de Martech, Mídia e Analytics do Itaú Unibanco.
A líder em mídia out of home tem o objetivo de instalar mais 100 telas 4K até o fim de 2020, reafirmando a importância que a empresa francesa traz ao mercado brasileiro e a sua preocupação com a qualidade de seus produtos no país.
“A JCDecaux é líder global em inovação de produto e é a única empresa que tem este nível de equipamentos disponíveis no Brasil. Pretendemos investir cada vez mais na nossa operação e trazer ainda mais qualidade na entrega para nossos clientes”, afirma Ana Brito, Head Comercial de Mobiliário Urbano da companhia.
A ação, que foi inaugurada com trabalho da Africa para o Itaú BBA, estará disponível até o final de 2020 destacando campanhas do banco assinadas pela agência e também pela DPZ&T.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







