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Itaipava inspira brasileiros a assumirem posto de Verão

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Com a chegada próxima do verão, a Itaipava lançou a sua próxima série de filmes inspirados na estação.

Com veiculação nacional e desdobramentos no digital, a campanha antecipada convida os consumidores a assumirem o posto de Verão da Itaipava, celebrando o novo momento da marca com as boas-vindas ao período mais quente e esperado do ano.

O primeiro filme da série atrai os consumidores a fugirem do seu lugar-comum, democratizando o verão.

O roteiro de “A Cerveja de Todos os Verões” brinca com o passar dos anos, trazendo histórias desde a década de 1960, até o do carnaval com trio elétrico, o verão do funk e tantos outros, com 60 horas de filmagem ao todo.

“Estamos reforçando o compromisso com os nossos consumidores, declarando que o verão está em todos nós. Afinal, os consumidores são as grandes estrelas da Itaipava. Queremos incentivar que todos despertem o verão que carregam dentro de si, celebrando com muita alegria e boas-vindas a chegada da nossa estação favorita do ano”, afirma Eliana Cassandre, head de Marketing do Grupo Petrópolis e da marca Itaipava.

Assinada pela WMcCann, a campanha tem estratégia de comunicação 360º, com filmes para TV aberta e fechada de até 30 segundos, além de vinhetas, peças digitais, mídia Out of Home (OOH) e ações de endomarketing.

Nas redes sociais, o desdobramento se dará com a presença dos influenciadores Cleo e John Drops, que irão interagir com o público. Também está programada a realização de uma promoção digital, além de ações regionais nos pontos de venda parceiros da marca.

“O Verão é a cara da Itaipava, e agora abrimos as portas para que todas as pessoas se sintam parte dele. Na criação da campanha, deixamos nosso verão ainda mais proprietário e democrático, para que o consumidor se identifique com o produto, fazendo dele o protagonista da marca”, explica Mariana Sá, CCO da WMcCann.

Sustentabilidade Itaipava

Recentemente, a Itaipava anunciou uma parceria com o ator e amante da natureza, Cauã Reymond, a fim de trazer ações mais sustentáveis para a estação.

Com o intuito de transmitir valores de conscientização ambiental, Cauã se une à marca para combinar verão, conscientização e praias limpas, discurso que deve permear toda a campanha.

Ficha Técnica

Agência: WMcCann

Cliente: Grupo Petrópolis

Produto: Itaipava

Nome da campanha: Conhecedor do Verão

Time do Cliente: Eliana Cassandre, Naiara Brugneroto, Douglas Yoshida e Rafael Collaço

Executive Chairman: Hugo Rodrigues

CEO: André França

CCO: Mariana Sá

Direção de criação: Ana Carolina Reis e Alexandre Prado

Criação – campanha: Thiago Lacorte, Ana Carolina Reis, Phillipe Lacerda e Alexandre Prado

Criação – key visual e digital: Beatriz Fiori e Yasmin Oliveira

Motion: Thiago Mariano

CSO: Renata Bokel

Planejamento: Hugo Santos, Gabriela Bergantin, Luiz Hidd e Pedro Castro

Diretora de Negócios: Fernanda Duca

Atendimento: Tassiana Ferrari, Marcia Fernandes, Mariana Lucena, Renata Santos e Ana Beatriz De Caro

Diretora Executiva de Operações: Leticia Costa

Gerente de Projetos: Renato Ferrari

VP de Mídia: Fabio Urbanas

Mídia: Patricia Russo, Thais Abreu, Natasha Preidikman e Beatriz Morales

BI: Deny Watanabe, Felipe Borges, Rafaella Fernandes, Camila Oliveira, Paulo Pancheri e Gabriela Lima

Conteúdo: Patrícia Colombo, Monikhe Menezes, Augusto Oliveira, Thays Mota, Tassiana Cabral e Carina Coan

Diretora de Produção: Camila Naito

Produção Integrada: Andrea Metzker

Produtora Filme: Landia & M&A

Direção: Kayhan Lannes Ozmen

Direção de Fotografia: Pedro Cardillo & Daniel Venosa

Managing Directors: Carol Dantas & Sebastian Hall

Produção Executiva: Valentina Baisch

Assistente de Produção Executiva: Larissa Delfini

Coordenação de Produção: Camilla Bastos

Assistentes de coordenação de Produção: Natália Petrechen & Luciana Andrade

Assistente de Direção: Gustavo Gusmão & Renata Racy

Direção de Arte: Maria Battaglia & Mari Godone

Direção de Produção: Guilherme Bolo & Casal Produção

Coordenação de Pós-Produção: Elton Bronzeli & Rui Fontes

Edição/Montagem:  Francisco Antunes & Wellington Martinelle

Color Grading: Marla Grading

Pós-Produção: Clan VFX

Produtora de Som: Raw Audio

Produção Musical: Fernando Forni, Ricardo Pinda e Rogerinho Pereira

Direção Musical: Hilton Raw

Sound Design e Mixagem: Enrico Maccio e Philip Braunstein

Atendimento: Carol Peternelli

Coordenação: Robério Barbosa

Locutora: Edu Muniz Relações Públicas: Kerena Neves

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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