Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Inter apresenta nova marca e consolida posicionamento como Super App financeiro

Publicado

em

O Inter está de cara nova para se conectar com a evolução da companhia. Após três anos, a instituição apresenta seu novo logo e consolida um posicionamento como Super App financeiro, que representa uma escolha inteligente para a vida financeira de mais de 30 milhões de clientes no Brasil e nos Estados Unidos.

A novidade chega para suportar os planos de negócio da empresa, que tem o objetivo de chegar a 60 milhões de clientes até 2027, além de atingir um índice de eficiência de 30% e um retorno sobre o patrimônio de 30% no mesmo período. Para marcar esse novo momento, outra novidade é o lançamento de uma nova versão do Super App, que estreia nas lojas virtuais nesta quarta-feira e nos próximos dias vai ganhar uma tela inicial mais moderna e pensada para otimizar a vida financeira dos clientes. A home do site oficial (www܂inter܂co) também está de cara nova e a liberação da nova versão do app vai acontecer gradativamente para toda a base.

“Em 2015, lançamos o primeiro banco digital do país e transformamos a relação das pessoas com os bancos e com o sistema financeiro, oferecendo uma proposta mais justa. Olhando para o futuro, agora queremos quebrar mais barreiras e mudar a maneira com que as pessoas lidam com o dinheiro. O Super App financeiro é a solução que encontramos para cumprir esse objetivo, além de trazer os principais atributos do Inter: nós conectamos os nossos clientes com o mundo digital e oferecemos as ferramentas certas para que eles usem o dinheiro de uma forma mais inteligente”, disse o CEO do Inter, João Vitor Menin.

Para construir a nova identidade visual da marca, o Inter desenvolveu um trabalho cocriativo, colaborando com os escritórios Polar, eleito o melhor estúdio de design brasileiro em 2023 pelo Latin American Design Awards, e Plau, um dos principais escritórios de tipografia do país. Além do nome da companhia, o novo logo terá também um símbolo inédito, com sete elementos que remontam às sete verticais de negócio (banking, shopping, investimentos, crédito, seguros, serviços globais e loyalty – o último com o programa de fidelidade Inter Loop).

Continue lendo

Empresa

IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

Publicado

em

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

Continue lendo

Empresa

Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Publicado

em

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

Continue lendo