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iFood inova e lança campanha inédita com o Boninho

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O iFood inicia 2025 com grandes novidades, marcando a primeira participação de Boninho, executivo de TV e ícone do entretenimento brasileiro, em uma campanha publicitária. Ele ajudará a destacar como a plataforma se consolidou como um hub de conveniência, oferecendo uma ampla variedade de produtos para atender às necessidades do dia a dia.

A ação, criada pela DM9, apostou na simplicidade e na cumplicidade que os consumidores têm com a marca, eleita a mais amada do Brasil nos últimos três anos: “O fã pede, o iFood entrega tudo”.

“Estou muito feliz por realizar minha primeira campanha com o iFood. Estou honrado — e animado — por fazer parte do time criativo e usar um lado meu dos que mais gosto, como consultor da marca”, diz Boninho. “É especial estar à frente da campanha, porque minha parceria com o iFood existe há anos. É uma proximidade que tenho não apenas como executivo, mas também como consumidor, o que me proporciona um olhar diferenciado sobre a empresa, sempre inovadora, e que vejo como se destaca e é presente na vida dos brasileiros”.

A estreia de Boninho começará com uma peça focada na capacidade da empresa de entregar, junto com os parceiros, tudo o que os consumidores precisam e nos mais variados momentos, inclusive enquanto acompanham o seu reality show favorito.

A segunda peça da campanha é voltada para donos de restaurantes. No vídeo, Boninho se une ao iFood para mostrar que a plataforma ajuda a transformar anônimos em famosos, fazendo os restaurantes ganharem “audiência”.

O terceiro vídeo da campanha destaca, na prática, a evolução do iFood como uma plataforma multicategoria, capaz de atender diversas necessidades dos consumidores e parceiros. Nos últimos anos, a plataforma apresentou um crescimento expressivo em categorias como mercado, farmácia, pet shop, bebidas e lojas em geral, oferecendo soluções que agregam mais praticidade, rapidez e comodidade ao dia-a-dia dos consumidores.

“Essa produção sintetiza o momento de crescimento e diversificação que o iFood está vivendo, atuando como um grande marketplace que não pára de aumentar a oferta de produtos e soluções para os clientes. O outro lado disso, que também está na campanha, é como essa diversificação ajuda a beneficiar mais e mais parceiros, que usam a plataforma para ampliar o alcance dos seus negócios”, afirma Ana Gabriela Lopes, CMO da empresa.

A campanha contará também com peças para as redes sociais e ações dentro do app do iFood.  A parceria entre o iFood e Boninho também marca sua entrada no time de parceiros da empresa como consultor criativo para todas as iniciativas e campanhas planejadas pelo iFood para o primeiro quadrimestre. Atualmente, a equipe é composta por Nizan Guanaes, renomado publicitário e proprietário da Nideias, além da agência de publicidade e propaganda DM9.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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