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HUAWEI Band 4 já está à venda no Brasil

Nova versão da pulseira inteligente pode ser encontrada nos quiosques oficiais da marca e e-commerces parceiros
Já está à venda no mercado brasileiro a mais nova versão da pulseira inteligente da Huawei, a Band 4. Integrando a linha de wearables e acessórios da marca, a smartband já está disponível nos quiosques da marca e e-commerces parceiros, como Fast Shop , Americanas.com , Submarino e Shoptime , pelo preço sugerido de R﹩ 249,99.
O lançamento complementa o ecossistema construído pela companhia que, além de pulseiras inteligentes, oferece smartwatches, fones de ouvido e outros produtos de última geração, desenvolvidos com tecnologia de ponta e comercializados em todo o mundo. Todos os produtos adquiridos têm garantia de um ano.
HUAWEI BAND 4
Com design moderno, a Band 4 está disponível nos tons Amber Sunrise e Graphite Black. A tela colorida sensível ao toque oferece uma experiência visual agradável, com interface customizável e possibilidade de receber notificações de mensagens inteligentes.
A smartband conta com a Watch Face Store, espaço que oferece dezenas de opções de mostradores de relógio em diferentes estilos, desde visuais mais esportivos e desenhos animados até designs mais tecnológicos e modernos.
A HUWEI Band 4 não precisa de cabos ou carregadores, já que o plug USB é embutido no próprio dispositivo, podendo ser encaixado em qualquer porta USB, possibilitando que você a carregue em qualquer lugar e a qualquer hora. Com uma única carga, a smartband tem mais de seis dias de autonomia de bateria.
Com um chip de processamento de ponta aliado a um algoritmo de inteligência artificial avançado, o dispositivo conta com o HUAWEI TruSeen 3.5, que monitora sua frequência cardíaca com precisão, podendo também emitir lembretes inteligentes com vibrações se o seu batimento cardíaco exceder a sua média, por exemplo.
Outra função de destaque é o HUAWEI TruSleep 2.0, que monitora a frequência cardíaca do usuário enquanto ele dorme para analisar a qualidade do sono. Além de poder identificar seis tipos de problemas de sono, a Band 4 também fornece sugestões para ajudá-lo a desfrutar de um sono melhor.
Para quem curte esportes, a nova smartband é capaz de acompanhar nove modos de exercícios: Corridas Outdoor / Indoor, Caminhadas Outdoor / Indoor, Ciclos Outdoor / Indoor, Elíptico, Remador e Treino Livre. Os resultados detalhados podem ser conferidos com dados como frequência cardíaca, zona de frequência cardíaca, etapas, distância, velocidade, calorias e muito mais.
Notificações de mensagens ou chamadas telefônicas, Encontrar Meu Telefone e desligamento remoto são algumas das funções que podem ser integradas entre a pulseira e o smartphone, tudo com um toque no pulso.
HUAWEI SAÚDE
Compatível com sistemas Android e iOS, o aplicativo Huawei Saúde é o parceiro ideal para a HUAWEI Band 4, permitindo registrar seus passos, calorias, distância e tempo de exercício todos os dias, além de montar uma linha do tempo inteligente que informa a quantidade de exercícios por períodos diários, semanais, mensais e anuais.
O app também registra as informações sobre seu sono, classificando-o em categorias como sono profundo, sono leve e horários de despertar.
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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