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Huawei anuncia novos produtos 5G e acelera a estratégia de ecossistema com IA

A Huawei Consumer Business Group (CBG) realizou hoje o lançamento virtual em Barcelona, na Espanha, onde anunciou uma série de produtos e novidades sobre a estratégia 5G que demonstram todos os recursos do ecossistema construído pela marca.
Entre os principais produtos anunciados estão: HUAWEI Mate Xs, evolução do dispositivo dobrável com hardware e software de ponta; HUAWEI MatePad Pro 5G, tablet carro-chefe 5G que oferece uma experiência premium em todos os cenários; e o HUAWEI Wi-Fi AX3 e o HUAWEI 5G CPE Pro 2, duas soluções de conectividade habilitadas para Wi-Fi 6+, que oferecem aos consumidores alta conectividade e velocidade; e novidades à linha de laptops conectadas ao HUAWEI AppGallery, o aplicativo oficial de aplicativos do Huawei Mobile Services (HMS).
Richard Yu, CEO do Huawei Consumer Business Group, disse que “a Huawei continuará comprometida com a estratégia de Vida Conectada com IA em Todos os Cenários. Continuaremos a investir em nossas tecnologias de ponta em termos de chipsets, comunicações 5G, IA móvel, sistemas operacionais, além de câmeras e soluções audiovisuais, visando ampliar as nossas vantagens competitivas no longo prazo. Também estamos ansiosos para trabalhar globalmente com desenvolvedores para catalisar o crescimento do ecossistema de todos os cenários. Juntamente com eles, elevaremos a experiência em todos os cenários e a levaremos a novos patamares”.
A Huawei Consumer BG registou um ano com destaques nas categorias dos produtos que oferece no mercado. A empresa bateu a marca de mais de 240 milhões de unidades enviadas, garantindo a sua posição como a segunda maior empresa do mundo na fabricação de telefones. No negócio de PCs e produtos de áudio cresceram mais de 200% e os wearables não menos que 170%. Em janeiro de 2020, a Huawei já registrou mais de 10 milhões de smartphones com tecnologia 5G enviados.
JUNTOS, Conectando Possibilidades
Na Huawei, a experiência do consumidor sempre vem em primeiro lugar. Nesse sentido, a empresa dedicou a última década cultivando o ecossistema “1+8+N”. O ecossistema tem sua base no Huawei Share e no Huawei HiLink, as pontes que conectam todos os dispositivos para proporcionar aos uma melhor experiência ao usuário.
Uma experiência revolucionária: o HUAWEI Mate Xs
Representando a última evolução do formato dobrável, o HUAWEI Mate Xs oferece ao usuário uma experiência aprimorada com uma nova tela flexível fabricada com novos materiais e uma nova dobradiça para formar o exclusivo design Falcon Wing.

Equipado com o 5G SoC Kirin 990 5G carro-chefe da Huawei, o HUAWEI Mate Xs representa uma atualização completa, com recursos aprimorados de IA móvel e comunicações 5G.
A Leica SuperSensing Quad Camera retorna no HUAWEI Mate Xs. O conjunto composto por uma câmera SuperSensing de 40MP, uma câmera ultra grande angular de 16MP, uma câmera telefoto de 8MP e uma câmera 3D com detecção de profundidade, o poderoso sistema de câmeras Leica aproveita ao máximo o fator de forma dobrável, desempenhando o papel das câmeras frontal e traseira para oferecer suporte a uma ampla variedade de casos de uso fotográficos.
Com seu sistema operacional EMUI10.0.1, o HUAWEI Mate Xs suporta aplicativos de múltiplas janelas que garantem uma experiência mais inteligente e dinâmica. Para expandir a gama de aplicativos que exploram todo o potencial do formato dobrável, a Huawei trabalha em colaboração com desenvolvedores globais para ampliar o ecossistema.
Para além do Wi-Fi 6: a HUAWEI Wi-Fi AX Series
Como parte da estratégia Vida Conectada com IA, soluções de conectividade, como roteadores Wi-Fi, equipamento de instalações para clientes (CPE) e módulos de comunicação desempenham um papel importante conectando o ecossistema 1+8+N para proporcionar aos consumidores um ambiente seguro e uma experiência conectada intuitiva, inteligente e de alta velocidade.
Como líder em tecnologia 5G, a Huawei é um dos principais contribuintes para a elaboração do padrão Wi-Fi 6. O grupo de trabalho para o padrão IEEE 802.11ax conta hoje com cinco especialistas técnicos da Huawei, sendo que um deles é o presidente do grupo. Com 260 contribuições apresentadas – ou 15% do total – para o projeto Wi-Fi 6 (802.11ax), a Huawei é o segundo colaborador mais proeminente do esforço colaborativo do setor.
Aproveitando a sinergia entre seu chipset proprietário e as otimizações de software, a Huawei desenvolveu o Wi-Fi 6+ com base no padrão Wi-Fi 6. O Wi-Fi 6+ oferece suporte de ponta a ponta à largura de banda de canal de 160 MHz e também a exclusiva tecnologia de banda estreita dinâmica da Huawei. Combinadas, essas duas inovações proporcionam velocidades Wi-Fi e cobertura de sinal muito aprimoradas.
Durante o lançamento virtual, a Huawei lançou o Gigahome 650 e o Kirin W650, respectivamente os mais recentes chipsets Wi-Fi 6+ projetados para roteadores e smartphones. A nova HUAWEI Wi-Fi AX3 Series está equipada com o chipset Gigahome 650, que permite operações de banda dupla e simultânea (DBDC) a velocidades de até 3000 Mbps. Quando usado em conjunto com um dispositivo Huawei que também oferece suporte ao Wi-Fi 6+, os roteadores HUAWEI Wi-Fi AX3 podem proporcionar melhor cobertura de sinal e velocidades superiores às dos roteadores tradicionais Wi-Fi 6.
A Huawei também lançou o HUAWEI 5G CPE Pro 2, um novo CPE de Wi-Fi 6+ que é 30% mais compacto que seu antecessor. Entre outras atualizações notáveis estão o suporte para até 11 bandas 5G e a exclusiva tecnologia Super Uplink da Huawei, que melhora significativamente a velocidade e a latência de upload.
Repensando a criatividade: o HUAWEI MatePad Pro 5G
Como um importante ponto de entrada no ecossistema inteligente, o HUAWEI MatePad Pro 5G foi projetado para ter sinergia com aparelhos, dispositivos portáteis e outros dispositivos da Huawei. Ele desempenha um papel fundamental no recurso Multi-Screen Collaboration, que oferece aos consumidores uma experiência integrada para vários dispositivos.
O HUAWEI MatePad Pro 5G possui uma tela HD de 10,8 polegadas com suporte para a gama de cores DCI-P3 de grau cinematográfico. Com molduras ultrafinas, ele possui a mais alta proporção tela/corpo do mundo: 90%. Incorporado no corpo do tablet peso-leve, o Kirin 990 5G SoC suporta uma excepcional conectividade 5G, oferecendo alto desempenho e eficiência de energia.

Com seu sistema operacional EMUI10, o HUAWEI MatePad Pro pode ser conectado a outros smartphones Huawei por meio do recurso Huawei Share Multi-Screen Collaboration. Depois de estabelecida uma conexão, os usuários podem navegar e controlar os dois dispositivos na tela do tablet.
A colaboração em múltiplas telas também permite transferências arraste-e-solte de arquivos entre smartphones e tablets. O compartilhamento periférico permite que os usuários digitem no smartphone usando o teclado e a tela do tablet, ouçam músicas salvas no smartphone com os alto-falantes do tablet e muito mais. O HUAWEI MatePad Pro 5G suporta Multi-Window para exibir até três aplicativos simultaneamente. O App Multiplier divide uma instância de aplicativo em duas janelas, proporcionando uma revolucionária experiência de visualização dupla que aproveita ao máximo a orientação em paisagem.
O HUAWEI MatePad Pro 5G pode ser emparelhado com o HUAWEI M-Pencil, que suporta 4.096 níveis sensíveis à pressão para proporcionar uma experiência de escrita natural e intuitiva. O HUAWEI Notepad suporta nativamente a caneta Huawei com um novo recurso Screen-off Shorthand, permitindo que os usuários capturem sua inspiração sempre que ela aparecer.
A Huawei também anunciou os mais recentes modelos HUAWEI MateBook durante o evento. O HUAWEI MateBook X Pro atualizado é equipado com os processadores Intel Core de 10ª geração. Disponível em uma nova cor verde esmeralda, o mais recente laptop premium mantém o design do FullView Display para atingir uma proporção de tela / corpo de 91%. Enquanto isso, a nova HUAWEI MateBook D Series entra para a família HUAWEI MateBook como um PC voltado para consumidores mais jovens, oferecendo uma experiência inteligente e inovadora em um design exclusivo da série HUAWEI MateBook.
Uma nova experiência com aplicativos: o HUAWEI AppGallery
Para cultivar um ecossistema completo que oferecerá suporte aos dispositivos da Huawei, a empresa está gradualmente abrindo seus recursos chip-dispositivo-nuvem para desenvolvedores globais por meio do HMS. Abrangendo recursos para todos os cenários, recursos de distribuição global e gestão de ciclo de vida, esse ecossistema é um componente-chave na estratégia de Vida Conectada com IA.
Atualmente em sua quarta iteração, o HMS Core é uma coleção de ferramentas feitas para os parceiros e desenvolvedores de aplicativos da Huawei, visando criar experiências novas e únicas que exploram todos os recursos de hardware e software oferecidos pelos dispositivos da Huawei. Ao integrar o HMS em seus aplicativos com o HMS Core 4.0, os desenvolvedores podem implantar rapidamente os recursos residentes em dispositivos da Huawei como o HiAI, a tecnologia distribuída e recursos de câmera em seus aplicativos, fornecendo experiências de qualidade aos usuários finais.
Por exemplo, a Cewe, a maior empresa de impressão de fotos da Europa, implantou o Kit Share da Huawei para otimizar o processo de emparelhamento de dispositivos em seus escritórios. O processo de impressão intuitivo permite uma produção mais rápida, exigindo somente um simples toque para a equipe da Cewe conectar um dispositivo Huawei a uma impressora. Essas experiências não são exclusivas para usuários corporativos; O HUAWEI AppGallery oferece uma variedade de aplicativos habilitados para HMS aos usuários de dispositivos Huawei, para que possam aproveitar a conveniência proporcionada pelas inovações da Huawei.

O HUAWEI AppGallery também oferece o Quick Apps, uma inovadora categoria de aplicativos criados para dispositivos na era 5G. Desenvolvido com base nos padrões do setor, o Quick Apps não necessita instalação e usa uma quantidade mínima da memória do sistema. Os usuários podem simplesmente clicar nesses aplicativos para aproveitar a interação suave e suas belas interfaces como se fossem aplicativos tradicionais. Esta categoria está crescendo rapidamente. Existem hoje mais de 1.700 Quick Apps disponíveis no HUAWEI AppGallery.
Além de criar aplicativos, a Huawei seleciona ativamente aplicativos de qualidade que são populares em todo o mundo para enriquecer continuamente a experiência do usuário. Para proteger os usuários de aplicativos mal-intencionados, a Huawei foi pioneira em um sistema de segurança e proteção de ciclo completo, incluindo verificação do nome real do desenvolvedor, processo de revisão em quatro etapas, proteção de download e instalação, bem como um mecanismo de prevenção para permitir uma operação segura do aplicativo.
Com um histórico de nove anos de agregação e desenvolvimento de aplicativos, o HUAWEI AppGallery é um dos três principais mercados de aplicativos do mundo. Falando a respeito de seus planos para o futuro do HUAWEI AppGallery, Yu comentou: “Daqui para a frente, continuaremos a expandir nosso ecossistema de aplicativos no HUAWEI AppGallery na esperança de não apenas criarmos uma plataforma segura e confiável, mas também de oferecermos mais opções aos consumidores. O sucesso contínuo desse próspero ecossistema continuará a ser uma das nossas maiores prioridades”.
A Huawei se engaja ativamente com desenvolvedores de aplicativos populares em todo o mundo para aumentar o ecossistema de aplicativos. Os desenvolvedores são convidados a fazer parte desse ecossistema e, em conjunto com a Huawei, trabalhar para levar uma experiência mais inteligente de aplicativo aos consumidores em todo o mundo.
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.









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