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Hershey’s Special Dark reforça pioneirismo e inovação com novo posicionamento

Campanha contempla vídeos, ações de sampling e novas embalagens
Pioneira da categoria dark no Brasil, a gigante americana de chocolates Hershey’s apresenta o novo posicionamento da linha Special Dark em campanha inédita. A nova mensagem “60% cacau para você que é 100% exigente” reforça a ideia de que os chocolates foram criados especialmente para atender às demandas de um público cada vez mais atento à qualidade.
Criada pela BETC/Havas, a ação explora as principais características da linha: 60% cacau; pedaços de frutas; e a única com cacau 100% sustentável certificado pela Rainforest Alliance. “Com a nova campanha celebramos o momento de consolidação e a liderança da linha Special Dark no mercado. O novo posicionamento mostra aos nossos consumidores que estamos sempre inovando e atentos às suas necessidades e exigências”, comenta Marcel Sacco, gerente geral de Hershey no Brasil e na América Latina.
O lançamento aconteceu no último domingo (21), durante a exibição do programa Fantástico. A campanha conta com vídeos de 30 e 15 segundos, que trazem o QR Code para direcionar o consumidor ao e-commerce da marca. A veiculação acontecerá em canais de TV aberta e fechada: Globo, SBT, Record, Band, Discovery, H&H, GNT, Multishow, Telecine, Comedy Central, Viva, AXN, WB e MTV. Além de diversas peças para social e digital – Youtube, Facebook, Instagram, BuzzFeed e Displays.
“Hershey’s Special Dark é a primeira linha realmente dark do Brasil, com 60% de cacau. E agora é a primeira empresa de chocolates do país a trabalhar com cacau 100% sustentável. Como dizemos no filme, isso é inovação de verdade, e não apenas uma novidade passageira”, comenta Andrea Siqueira, diretora executiva de criação da BETC/Havas.
Para tornar a ação ainda mais especial, a marca vai realizar uma série de ações de sampling chamada de Open Barra, desenvolvida pela AktuellMix. Será o maior plano de distribuição de amostras grátis já realizado pela companhia, com entregas sendo feitas através de diversas ações, como Cine Drive-In, lojas, lives, parcerias com aplicativos, entre outros. completa Marcel Sacco.
A linha também ganhou uma nova embalagem mais moderna, que reforça o apetite appeal com chocolate rústico acompanhado pelo ingrediente de cada um dos sete sabores: tradicional, cranberry, aerado, caramel ‘n’ salt, café, laranja e menta. A novidade traz ainda faixas coloridas que aumentam a diferenciação entre os sabores, mais destaque a informações como: fontes de fibras e fontes de minerais, pedaços de frutas, selos de sustentabilidade – Rainforest e QR Code que leva ao e-commerce www.hershey.com.br.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.









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