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Helt celebra 15 anos de estrada com os motociclistas

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A estrada sempre foi palco de aventura e liberdade para motociclistas e a Helt tem sido fiel companheira nessa viagem, ao longo de 15 anos, oferecendo qualidade, inovação e segurança em cada quilômetro percorrido. Parte do Grupo Motociclo, a marca é referência no segmento de capacetes, luvas e jaquetas, estabelecendo forte conexão com os motoqueiros. A Helt entende que a moto vai além de um meio de transporte, representando estilo de vida, fonte de renda e símbolo de liberdade. Para celebrar essa trajetória, a Ampla, em sua primeira campanha para a marca, criou o conceito “Feito de Estrada”, mostrando que, entre viagens inesquecíveis e a correria do dia a dia, ter com quem contar faz toda a diferença.

“A narrativa explora a estrada como espaço de atitude, coragem e emoção, onde cada quilômetro percorrido reforça os laços entre a Helt e seus consumidores, reafirmando o compromisso com aqueles que fazem do veículo parte essencial de suas vidas”, explica Marla Oliveira, diretora de Negócios da Ampla-ES.

A identidade visual da campanha se destaca por imagens que captam a experiência de pilotar, de maneira envolvente e foco nos produtos da Helt. “Um dos diferenciais são os reflexos nos visores dos capacetes, mostrando diferentes paisagens e reforçando o papel dos produtos como verdadeiros parceiros de jornada, garantindo conforto, estilo e segurança em qualquer destino.”

Além disso, em celebração ao 15º aniversário, foi criado um selo comemorativo para complementar o logotipo original, simbolizando a tradição e solidez da marca no mercado. Esse elemento reforça a trajetória consolidada da Helt, sem perder sua identidade reconhecida pelo público.

A campanha se intensifica com vídeo que transmite a alma de quem é verdadeiramente feito para a estrada. O filme alterna entre momentos de adrenalina e contemplação, mostrando como a moto se torna extensão do motociclista e parte de sua identidade.

Nas redes sociais, a comunicação convida usuários a compartilharem suas experiências e paixões usando a hashtag #EuSouFeitoDeEstrada, incentivando a criação de uma comunidade engajada em torno da liberdade e conexão com o asfalto. “Com essa ação, a proposta é fazer da Helt mais do que uma marca de equipamentos, mas parte essencial da jornada de cada motociclista”, conclui Marla.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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