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Heliar garante o “rolê” em nova campanha

A Heliar colocou no ar sua primeira campanha exclusiva para a linha de baterias para motocicletas. Com o conceito “O rolê tá garantido”, a estratégia inédita da marca “fala a língua” do target – motociclistas que utilizam a moto para locomoção diária, a lazer ou a uso profissional – explorando a relação emocional do público com sua companheira de duas rodas.
A campanha será veiculada até o dia 22 de abril na grande São Paulo (SP). O filme de 20 segundos mostra que não importa o motivo – seja no trabalho, para dar uma volta, um passeio ou uma acelerada para curtir com os amigos – Heliar garante a energia para o “rolê”, gíria utilizada pelos motociclistas para traduzir os “corres” do dia a dia.
O propósito da Heliar, produzida pela Clarios é ampliar o awareness e a consideração de compra entre motociclistas que utilizam motos com baixas cilindradas, especialmente, entregadores de aplicativos.
A coordenadora de Marketing da Clarios, Paula Consani, destaca que a campanha foi idealizada também para homenagear os profissionais que, literalmente, não deixam a cidade parar. “A assinatura da campanha ‘Heliar, a energia que faz o seu rolê’ reflete a altíssima durabilidade das nossas baterias, que é um benefício fundamental para todos os condutores, especialmente os profissionais, que não podem ficar parados”, comenta.
A campanha “O rolê tá garantido” é assinada pela agência Accuracy. O projeto conta também com a execução de mídia digital da Rocky.Monks.
FICHA TÉCNICA
Agência: Accuracy
Marca: Heliar
Título: ‘O rolê tá garantido”
CEO: Marcos Pirozzelli
Diretor de Criação: Marco Centenaro
Direção de Arte: Edipo Zolini
Redação: Roberto Wolvie
Atendimento: Tamires Castro
Diretor de Atendimento: Roberta Guedes
Planejamento: Marco Centenaro
Mídia: Agência Rocky.Monks
Produção executiva:
Fotografia: Accuracy Vídeos
Fotografia: Rodrigo Sérgio de Freitas
Direção de Fotografia: Rodrigo Sérgio de Freitas
Film director: Rafael Pessoto
Produção executiva: Thamires Araujo
Art Director: Samuel / Edipo Zolini
Montagem e Edição: Luiz Nelli
Roteiro: Rodrigo Marin
Trilha: Envato Elements
Direção: Rodrigo Sérgio de Freitas
Locução: Fadel Dabien
Produtora: Thamires Yasmin Araujo
Aprovação cliente: Paula Consani e Alexandre Schaefer
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Nova campanha da Conta Simples usa nostalgia tóxica para decretar o fim do modelo de cartões corporativos tradicionais

A Conta Simples acaba de colocar na rua sua nova campanha de marca, trazendo para o centro do debate uma dor que ainda afeta profundamente o ecossistema empresarial do país. Com uma abordagem criativa centrada no conceito de “nostalgia tóxica”, a ação posiciona o Cartão Inteligente como a principal alternativa para romper com o modelo corporativo tradicional, um sistema arcaico que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. A estratégia de comunicação foi milimetricamente desenhada para escancarar o contraste entre o passado operacional e a inovação tecnológica, contrapondo o caos de um único cartão compartilhado à eficiência de uma ferramenta onde cada emissão já nasce com regras pré-definidas.
Essa distinção se reflete diretamente no dia a dia das organizações. No formato tradicional, o controle funciona apenas no papel, mas falha gravemente na prática, uma vez que a falta de travas embutidas permite que qualquer despesa seja efetuada, gerando surpresas desagradáveis quando a fatura chega. Em contrapartida, o Cartão Inteligente inverte completamente essa lógica. Cada dispositivo, seja físico ou digital, é configurado com limites específicos, categorias de compras permitidas e responsáveis definidos por equipe, projeto ou tipo de despesa. Caso um pagamento fuja das diretrizes estabelecidas, a transação é bloqueada instantaneamente. A consequência direta dessa automação é a redução drástica do retrabalho, o aumento da previsibilidade financeira e a extinção da burocracia dos reembolsos.
“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.
Para traduzir esse posicionamento em imagens, a agência cccaramelo desenvolveu uma trilogia de filmes com estética cinematográfica marcante, utilizando o recurso de telas divididas para colocar os dois mundos lado a lado. No primeiro filme da série, intitulado “Vai e Volta”, a narrativa viaja até os anos 2000 para retratar o colapso de um escritório inteiro refém de um único cartão físico, desencadeando uma busca frenética e interminável via ligações telefônicas. O segundo episódio, “Telefone Sem Fio”, satiriza a falta de comunicação e o desencontro de informações sobre o paradeiro do cartão, resgatando plataformas da época como o MSN e o SMS. Fechando a trilogia, “Se Beber, Não Pague” exibe o choque de um gestor ao analisar o extrato financeiro após uma noite de excessos da equipe, repleta de gastos extravagantes em bares e limusines que o sistema antigo, sem travas prévias, foi incapaz de barrar.
Longe de ser apenas uma licença poética para o entretenimento, o caos retratado nas peças publicitárias é estritamente baseado em dados do mercado real. De acordo com a segunda edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, estudo realizado pela própria Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas nacionais ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. A estatística comprova que o enredo dos filmes não é uma ficção exagerada, mas sim o cotidiano operacional de mais da metade do mercado corporativo.
O lançamento da campanha reflete o momento de robustez da fintech. A Conta Simples alcança este patamar com um histórico de mais de 2 milhões de cartões emitidos ao longo de sua trajetória, tendo movimentado R$ 25 bilhões apenas no último ano. Além disso, a empresa registrou um crescimento expressivo de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, números que consolidam sua liderança na transformação do cartão corporativo em uma autêntica ferramenta de inteligência e gestão financeira.
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Ticket celebra 50 anos com foco em sua evolução tecnológica rumo à experiência 100% digital

A Ticket acaba de dar o pontapé inicial nas comemorações de seu cinquentenário. Sob a assinatura institucional “Ticket: há 50 anos, evoluindo. Hoje, 100% digital”, a nova campanha publicitária resgata a trajetória histórica da companhia, reposicionando-a como uma logtech focada no futuro, na desmaterialização dos meios de pagamento e na experiência do usuário.
O filme principal da campanha utiliza uma narrativa visual fluida para ilustrar a evolução do setor. A produção percorre a transição dos antigos blocos de papel (os tradicionais “talões”) para os cartões magnéticos corporativos, culminando no ecossistema atual: o cartão 100% digital integrado a carteiras digitais (Apple Pay e Google Wallet) e plataformas de e-commerce. Para materializar essa jornada estética, a agência apostou em tecnologias de modelagem 3D e ferramentas de inteligência artificial.
“A campanha materializa a evolução da Ticket ao longo dos seus 50 anos. Saímos do talão em papel, avançamos para o cartão e hoje oferecemos uma experiência 100% digital, conectada às necessidades dos usuários e RHs. Mais do que acompanhar mudanças, nosso papel sempre foi liderar essa transformação”, destaca Danilo Teixeira, diretor de marketing da Ticket.
Desenvolvida pela Euphoria Creative, a campanha foca na agilidade de ativação do benefício no primeiro dia de trabalho do colaborador, reduzindo a burocracia logística para os departamentos de Recursos Humanos — território onde a Ticket ostenta o título de marca número 1 na preferência dos profissionais de gestão de pessoas.
“O desafio criativo foi traduzir essa transformação de forma tangível. A ideia foi dar forma a essa evolução de um jeito visual e quase físico, mostrando como a Ticket esteve presente em diferentes momentos da vida das pessoas. A linguagem do filme reforça essa passagem do analógico para o digital de maneira fluida e simbólica”, detalha Marcelo Rizério, cofundador e CCO da Euphoria Creative.







