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Heineken, Natura e Rock in Rio se unem e evitam 15 toneladas de CO²

Em 2019 o Rio de Janeiro celebrou mais uma edição do festival Rock in Rio, mas a cidade não foi apenas palco de shows de grandes artistas, mas também de grandes marcas que deram um verdadeiro show de sustentabilidade. Por um mundo com mais beleza e menos lixo, Natura, Heineken e Rock in Rio se uniram pela transformação.
As marcas fizeram uma operação de reciclagem e firmaram o compromisso histórico de reciclar os copos utilizados pelo público durante os sete dias do Rock in Rio 2019. A parceria inédita possibilitou que 10 toneladas de copos plásticos dessem origem a tampas de novos produtos da Natura. A iniciativa resultou na produção de 670 mil unidades de tampas do novo Desodorante Corporal Spray de Natura Humor e evitou a emissão de 15 toneladas de CO2 no meio ambiente, mostrando que o lixo não é um fim, mas um novo começo.
“A Natura tem um compromisso histórico com a sustentabilidade, que é um dos pilares de atuação da marca. Desde 2007, somos uma empresa Carbono Neutro e acreditamos que o compromisso de reduzir as emissões de carbono e gerar impacto positivo na sociedade e no meio ambiente é um desafio coletivo”, explica Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura.
“A parceria com a Heineken® é mais um desdobramento do movimento ‘Todos Juntos #PorUmMundoMaisBonito’ e da nossa causa #MaisBelezaMenosLixo, no qual fazemos um convite para que as pessoas se engajem, repensando hábitos”, completa a executiva.
A ação promoveu a reciclagem dos copos em três fases. O primeiro passo, a coleta dos resíduos, foi dado pelo Rock in Rio, que promove ações de gestão de resíduos desde 2011, com atuação de cooperativas parceiras do evento, responsáveis pela triagem dos materiais. Após o processo de separação dos copos, o plástico foi convertido em resina reciclada, com apoio da petroquímica Braskem, parceira da Natura no fornecimento de matérias-primas plásticas utilizadas nas embalagens da marca. Por fim, com apoio da Silgan, também parceira da Natura, a resina reciclada foi modelada e transformada em tampas das embalagens dos novos deos de Natura Humor.
Além disso, os produtos possuem formulação feita com álcool 100% orgânico. “Vivemos um momento global onde as marcas precisam ter um papel ativo na transformação da vida das pessoas. Por isso, estamos felizes em poder inspirar o mundo com atitudes positivas como esta, pois por meio dela podemos reforçar a mensagem que todo cuidado com o meio-ambiente é importante e que o futuro da natureza tem que ser uma preocupação coletiva”, comenta Vanessa Brandão, diretora de marcas premium do Grupo HEINEKEN no Brasil.
Em reforço ao compromisso da Natura com a sustentabilidade, o uso do plástico pós-consumo da Braskem promove a reinserção do resíduo plástico no ciclo produtivo. A iniciativa também auxilia na conscientização do consumidor final sobre o caminho realizado pelos resíduos descartados adequadamente. Além disso, a resina reciclada é uma alternativa viável para melhorar a pegada ambiental dos produtos e contribuir com a captura de carbono.
Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, diz que o evento em parceria com a Comlurb, sempre se preocupou com seus resíduos, no qual 80% são separados e vendidos por cooperativas parceiras, gerando renda para catadores. A executiva diz ainda que “é muito bom quando encontramos marcas que compartilham os mesmos valores que os nossos. Quando Natura e Heineken nos procuraram com essa ideia ousada e brilhante, abraçamos imediatamente e parte do trabalho já estava organizado para que estes copos pudessem seguir para a reciclagem”.
O processo de transformação dos resíduos do festival é um incentivo tanto de Natura e Heineken, quanto do Rock in Rio, que desde 2013 possui a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, a reutilização de materiais e ao convite da reflexão: em um mundo que se transforma, a ressignificação do fim é um novo começo.
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








