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Heineken 0.0 apresenta “OUTDOOR BAR”

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O Rio de Janeiro continua lindo, o Rio de Janeiro continua sendo, mesmo com todo impactado causado por 2020. Para alegrar e dar um visual ainda mais belo nessa paisagem maravilhosa a Heineken 0.0 apresenta um outdoor um pouco incomum.  Os motoristas que estiverem próximos à lagoa Rodrigo de Freitas, entre os dias 10 e 13 de dezembro, poderão curtir uma experiência pra lá de diferente. Isso porque a versão zero álcool da cerveja Heineken, apresenta o “Outdoor Bar”: um outdoor inédito, em formato de bar. A ação irá explorar novos momentos de consumo de Heineken 0.0, reforçando a mensagem que agora o consumidor pode beber uma cerveja com sabor de qualidade e zero álcool em qualquer momento do dia, inclusive antes de dirigir.

“Outdoor Bar” promoverá experimentação de Heineken 0.0 para o público que visitar a ativação localizada no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Av. Borges de Medeiros (próximo ao Parque Cristo Redentor da Lagoa), no Rio de Janeiro, entre os dias 10 e 13 de dezembro, das 9 às 19 horas. 

Idealizada pela Publicis Brasil e produzida pela Sherpa42, e com estratégia de comunicação digital assinada pelo time da IProspect, a iniciativa visa impactar o consumidor por meio de uma experiência nunca antes feita no Brasil. Os carros participantes serão posicionados em um espaço de altura elevado, em uma perspectiva que fará as pessoas se sentirem participando deste ‘anúncio’ inusitado.

“O Outdoor Bar é mais uma novidade do plano de comunicação para Heineken 0.0, que mostra, literalmente, uma das ocasiões de consumo possíveis, que é antes de dirigir, e isso feito da forma Heineken: acompanhando uma experiência sempre criativa e inovadora. Agora você pode beber uma cerveja de qualidade antes de dirigir, e pode também, pela primeira vez, passar por um bar dentro de um outdoor”, afirma Vanessa Brandão, Diretora das marcas premium do Grupo HEINEKEN no Brasil.

A ação é destinada apenas a pessoas maiores de 18 anos, seguindo todas as regras sanitárias para garantir a participação, como a utilização de máscara, permanecer dentro dos carros durante todo o período, não exceder o número de pessoas permitidas no veículo, entre outras. Confira as regras gerais abaixo:

  •  Válido apenas para pessoas que estejam dentro dos veículos – Pedestres não poderão participar;
  • As pessoas deverão permanecer dentro do veículo durante toda experiência – É proibida a abertura das portas do veículo;
  • A Heineken afirma que o respeito ao distanciamento social é imprescindível e, por isso, limita a capacidade máxima permitida por lei de cada veículo;
  • A Heineken reforça a importância do uso de máscara, sendo assim, todas as pessoas que queiram ter a experiência “Outdoor Bar” deverão estar usando máscaras de proteção.

“O out of home representa uma possibilidade das marcas inspirarem as pessoas com uma mensagem pública. Neste caso, uma mensagem leve, bem-humorada e muito envolvente que explica o novo produto no contexto da vida”, comenta Domênico Massareto, CCO da Publicis.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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