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HDI Seguros lança segunda fase da campanha institucional “Velhos Hábitos, Novos Meios”

O início de um novo ano é propício para reflexões e, especialmente em 2021, muitos planos e desejos, que não foram concretizados diante das dificuldades impostas pelo isolamento, serão revisitados. Exatamente para refletir a importância da adaptação e as novas possibilidades que encontramos para retomar a realização de atividades diárias, a HDI lança a segunda fase da campanha institucional “Velhos Hábitos, Novos Meios”, que já está no ar nas redes sociais da seguradora.
Seguindo o contexto de reflexão sobre o momento que a sociedade ainda enfrenta em termos de distanciamento, a campanha aborda a busca por novas formas de realizar atividades e costumes rotineiros. O vídeo-manifesto exalta a característica humana de sempre querer estar perto, as formas inovadoras que encontramos para nos aproximarmos com segurança diante da pandemia e reforça o papel do digital como novo meio de manter velhos hábitos. A campanha interativa, já está sendo veiculada nos perfis da HDI nas redes sociais Instagram , Facebook , LinkedIn e Twitter .
“Mais uma vez o mantra ‘Humana, Digital e Inovadora’da HDI mostra o seu valor e traduz o que somos e buscamos como companhia que cuida do que é mais importante para os nossos segurados. A segunda fase da nossa campanha reforça o quanto estamos conectados com as mudanças que ocorrem e os esforços para ampliar nossos produtos e serviços de forma a oferecer soluções diversificadas que façam sentido na nova realidade”, destaca Murilo Riedel, presidente da HDI.
Além do vídeo, a campanha interativa também contará com o quiz de personalidade “Qual o seu novo meio?”. A ação estará disponível na página do Facebook da HDI com uma série de perguntas sobre hábitos e meios que, ao final, de acordo com o conjunto de respostas, irá apontar se o participante se encaixa no perfil digital, saudável, social, desbravador ou caseiro.
Há mais de 30 anos, a HDI Seguros vem se consolidando no mercado brasileiro como uma das principais opções para quem busca proteção para seus bens. Para continuar levando inovação, agilidade e experiências que atendam as demandas dos segurados, a companhia vem diversificando sua atuação por meio da oferta de pacotes completos que ofereçam segurança e maior respaldo aos clientes. “Estamos atentos às mudanças e as novas necessidades que vêm surgindo, por isso como estratégia lançamos coberturas para ampliar o suporte aos nossos segurados, o que nos proporcionou ganhos expressivos em market share. A diversificação será a nossa aposta para 2021, ano em que acreditamos que será de expansão da nossa operação, muitas oportunidades e negócios”, finaliza Murilo.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







