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Habib’s anuncia coleção inédita de copos do Podpah

Tendo o consumidor como o centro da tomada de decisão, o Habib’s anuncia novidades da parceria com o canal Podpah, com mais de 4 milhões de inscritos. Para comemorar o primeiro licenciamento de marca feita com um podcast do Brasil, a rede apresenta hoje, uma coleção inédita de copos do Podpah em quatro versões exclusivas.
Desenhados por Igão e Mítico – ícones e hosters do Podpah –, em um processo de cocriação com a agência VMLY&R, os copos estarão disponíveis nas lojas Habib’s de todo Brasil. Na compra de duas bebidas Habib’s, com um valor adicional de R$2,50, os consumidores poderão escolher por uma das três opções de copos da linha. Já o item avulso será comercializado pelo preço de R$6,90, com desconto especial no App Habibers, por 4,90.
“Consumimos Habib’s desde o começo do canal e, por isso, ter a rede como patrocinadora, apoiadora do nosso conteúdo, é incrível! É uma marca que gostamos de verdade e que tem tudo a ver com nosso jeito, que é como a galera quer que seja. Queremos que esta parceria dure por muito tempo e que o nosso público curta os copos, comprando para toda a família” comentam Igão e Mítico.
Criado durante a pandemia da Covid-19, o Podpah surgiu com o propósito de ser um espaço onde os convidados pudessem ter liberdade para expressar suas opiniões sobre vários assuntos. Com leveza e descontração, Igão e Mítico recebem de segunda a sexta personalidades da música, da televisão, da internet e de diversos esportes. O canal registrou, nos últimos três meses, média de 90 milhões de visualizações no Youtube.
“Estamos muito animados em, por meio desta parceria, fazer parte do time do Podpah – um canal irreverente, que engaja e tem muita sinergia com nossa marca e público”, comenta Rafael Polachini, superintendente de marketing do Habib´s. “Acreditamos muito que essa união entre marcas genuinamente brasileiras, que entendem e compartilham os dos mesmos valores que consumidores. Foi uma aposta que fizemos em um novo formato de mídia e o Podpah se encaixou muito bem, pois tem uma pluralidade no conteúdo gerado, que faz todo sentido quando ligado ao Habib’s”, finaliza o executivo.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








