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Guaraná Antarctica transforma música ‘Sozinho’, clássico da MPB, em declaração de amor da sua icônica latinha verde para a pizza
Uma “lágrima” escorre pela lata gelada de Guaraná Antarctica que, “chorando” a ausência de seu par perfeito, se entrega à poesia da música ‘Sozinho’, clássico da MPB composto por Peninha e que ficou famoso na voz de Caetano Veloso. “Onde está você agora?” – brinca a latinha presente há mais de cem anos na vida dos brasileiros, ao finalmente encontrar seu par ideal, a pizza. A maior campanha da marca em 2023 estreia sob o comando da agência CP+B com o filme poético – com alto cuidado narrativo e estético -, dirigido por Dulcidio Caldeira.
O tom de realismo mágico, emocional e também divertido, predomina no diálogo próximo do consumidor. Para alguns, é um resgate da memória afetiva do quanto a conexão pizza com Guaraná Antarctica cria conforto para os sentidos. E, para todos que assistem ao filme, uma surpresa ao se deparar com os “sentimentos” de uma latinha de Guaraná Antarctica. A música ‘Sozinho’ é narrada por Mauricio Pereira,, embalando as cenas urbanas em que Naná é visto “no silêncio da noite, acordado, juntando o agora e o depois”. O filme, veiculado na TV aberta e no digital, tem final feliz com o encontro da dupla antes incompleta: Guaraná Antarctica e pizza surgem juntos, revelando um dos casamentos nacionais que mais deram certo e que, há décadas, habita os corações “brazucas” – o combo Coisa Nossa.
“A gente escolheu falar de novo de pizza, que é um marco tão importante na história da publicidade da marca, porque percebeu que essa combinação super brasileira segue forte, presente. O brasileiro segue “jun-tan-do” pizza com Guaraná Antarctica e falando sobre essa combinação. Usar versos de uma música tão icônica como ‘Sozinho’ foi a forma que encontramos de enaltecer esse ‘par perfeito’ à altura da sua história juntos”, explica Tetê Chaves, head de marketing de Guaraná Antarctica.
O filme da campanha, com versões de 15, 30 e 60”, começa com uma máquina de refrigerantes na rua. A câmera se aproxima e é possível começar a acompanhar a lata do Original do Brasil em sua paixão, até então, platônica pela pizza. Do outro lado da via, surge na imagem uma pizzaria que sempre esteve na mira da lata de Naná, assim como os entregadores de pizza e as caixas circulando com a iguaria. A imaginação corre solta até que uma jovem se aproxima da máquina de Guaraná Antarctica carregando uma caixa com a amada dentro, fumegando. A música “Sozinho” é pano de fundo para uma dinâmica de sonho, com Guaraná Antarctica idealizando uma união que parece distante, mas termina com final feliz, quando ambos se juntam para uma combinação implacável. O filme encerra com a assinatura: ‘Pizza com Guaraná. Combinação que é coisa nossa.’
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








