Empresa
Guaraná Antarctica e marca Senna anunciam parceria para homenagear 30 anos do legado de Ayrton Senna

Pensando em formas de homenagear o legado do tricampeão mundial, que completa 30 anos, Guaraná Antarctica se uniu à marca Senna para enaltecer um ídolo brasileiro que impacta gerações no mundo até hoje. Em um tributo histórico e inédito para a ocasião, na famosa Esfera em Las Vegas – maior espaço audiovisual e de entretenimento do mundo -, a marca vai levar para todo o planeta o maior capacete já visto de Ayrton Senna. Além de projetar um dos maiores símbolos de toda a carreira do piloto, a homenagem vai enaltecê-lo como um orgulho do Brasil.
“A história de Ayrton Senna sempre será lembrada. Ele é um Orgulho do Brasil e nesses 30 anos de legado queremos mostrar isso para o mundo em uma homenagem histórica. Senna tinha uma conexão com o Brasil e com Guaraná Antarctica. Celebrar esse vínculo é uma honra para nós”, comenta Juliana Grinberg, diretora de marketing de Guaraná Antarctica.
A parceria com a marca Senna teve início na comemoração do aniversário do piloto, em março. Agora, com a esfera, ganha projeção mundial. “O capacete do Ayrton é reconhecido em todo o mundo como um símbolo de que é possível conquistar vitórias com determinação, foco e persistência. A homenagem na Esfera vai amplificar essa mensagem para uma audiência global de fãs e admiradores que admiram a história do nosso campeão”, conta Bianca Senna, CEO da Senna Brands e sobrinha do tricampeão.
Um longo caminho ainda será percorrido, com diversas ações entre as marcas, programadas para acontecerem nos próximos meses. “Queremos transformar este ano em um momento especial de celebrações de tudo aquilo que o Ayrton representa. Por isso, escolhemos estar com parceiros que acreditam nos valores dele e que levam essa mensagem para o mundo”, afirma Ana Simões, diretora executiva de marketing da Senna Brands, grupo responsável pela gestão das marcas vinculadas ao piloto.
Estampada como o Orgulho Original do Brasil para o mundo, a homenagem criada pela agência Crispin Porter Bogusky – CPB, conecta Ayrton Senna a Guaraná Antarctica e o seu amor pelo refrigerante, mostrando toda a brasilidade que une os dois. Com repercussão nacional nos canais de Guaraná Antarctica, a homenagem vai ao ar no dia 1º de maio, data em que é exaltado o legado do piloto, a partir das 13 horas (BR). A homenagem segue na Esfera até o dia 07/05.
“Nesta data tão importante, Ayrton Senna merecia algo grandioso, à altura da sua relevância para a história do Brasil. Junto à Guaraná Antarctica, uma marca que também é um orgulho nacional, e que também faz sucesso lá fora, nossa ideia foi fazer todo o país sentir novamente aquele orgulho de ser Brasileiro, revivendo a emoção de vibrar pelo nosso ídolo, que juntava a todos em frente da TV aos Domingos”, assegura Marcos Medeiros, sócio e CCO CPB.
Empresa
2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
Empresa
Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








