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Grupo V3A ativa sete marcas na etapa Oi Rio Pro da World Surf League

A 213 Sports, vertical de esportes do Grupo V3A, e a agência V3A, farão as ativações de sete marcas patrocinadoras da etapa brasileira do World Surf League Championship Tour, a Oi Rio Pro apresentada por Corona,8ª etapa da temporada. O evento será realizado entre os dias 23 e 30 de junho, na Praia de Itaúna, em Saquarema, no litoral do Rio de Janeiro.
“A presença das marcas em Saquarema, através de ativações junto ao público presente no evento, reforça a importância da parceria entre 213 Sports e a WSL, e da modalidade no posicionamento estratégico das empresas. Mais do que apenas visibilidade de marca, essas ações se preocupam em oferecer experiências únicas, capazes de cativar todos os perfis de fãs do surfe, desde os que acompanham a competição na areia, até os que a seguem através das redes sociais”, afirma Pedro Dau de Mesquita, cofundador e diretor comercial da 213 Sports.
A Oi é mais uma vez patrocinadora da etapa Brasil do Circuito Mundial, e terá presença marcante na praia de Saquarema. Além de oferecer serviços de conectividade de alta performance para torcedores e a transmissão do Oi Rio Pro apresentado por corona, a marca terá um estande de 55 metros quadrados onde o público irá usufruir de uma experiência imersiva. Utilizando tecnologia de realidade aumentada, os participantes entrarão em uma onda e experimentarão a perspectiva de um surfista, mostrando que com Oi Fibra, todo mundo pode surfar em alta velocidade.
Outra atração da marca no evento é a personalização em tempo real das pranchas que serão entregues como troféus aos vencedores das competições masculina e feminina da etapa. O trabalho será realizado pela ilustradora e designer Caró Lago e pelo artista plástico e grafiteiro Kajaman, eternizando nos troféus os momentos vividos durante o campeonato.
Patrocinadora da WSL desde 2019, a Havaianas levará ao evento a sua ‘Loja Surfável’, inédita no Brasil e que utiliza a tecnologia Dry Wave para proporcionar uma experiência única aos visitantes. Em uma piscina de bolinhas que replica o balançar do mar, e sobre boias no formato característico das Havaianas, os visitantes pouco familiarizados com as ondas poderão experimentar as sensações do surf sem tirar os pés da areia. A ação será registrada através de conteúdos instantâneos, que serão disponibilizados para download.
Já o TikTok, que recentemente firmou parceria para cobertura dos eventos da WSL no Brasil até 2023, levará à Saquarema um espaço dedicado a criação de conteúdos para o surfe. Na área externa do estande, atletas e espectadores poderão ainda desfrutar de uma infraestrutura completa com cadeiras, cangas, redes e boias para quem quiser acompanhar o campeonato com o pé na areia.
A plataforma estreia ainda o #TikToknaAreia, programa organizado em quatro núcleos (Estúdio, Areia, Acesso e Backstage) e que trará a cobertura de tudo o que rola em Saquarema durante a competição, como os resultados das baterias, entrevistas com os atletas, conteúdos de creators parceiros e uma mesa redonda com análise dos rounds e dos desempenhos de cada surfista.
Em sua ação, a 51 Ice apresentará a ação “Ai se fosse um surfstar – Um dia de astro da WSL com a 51 Ice”. Nela, os participantes serão entrevistados igual aos atletas da WSL, e terão de improvisar uma resposta de até 1 minuto, que será gravada e disponibilizada aos usuários, permitindo o compartilhamento nas redes sociais. Após a participação na ação, os concorrer a prêmios exclusivos, sendo o principal deles a oportunidade de desfrutar do Mirante 51 Ice, um lounge localizado no segundo piso do espaço da marca e que oferecerá uma vista exclusiva e degustação dos seus produtos.
A Localiza, por sua vez, vai levar para as areias de Saquarema um estande interativo, com diversas atrações para o público presente. Entre elas está a participação do renomado artista Bruno Br. Ícone do surfe brasileiro, ele colocará sua arte em pranchas que farão parte de um concurso do portal de conteúdos de turismo “Vai Por Mim”. Outra presença de destaque é a da surfista Érica Prado, que apresentará diariamente o Boletim Localiza, vídeos de 1 minuto sobre curiosidades do evento. De encontro à proposta de sustentabilidade da Companhia e da WSL, o estande é feito com 85% de materiais que poderão ser reciclados no final do evento. Além disso, o público poderá conferir o carro elétrico Bolt EV no estande e conhecer de perto o funcionamento do modelo 100% elétrico da Chevrolet.
A Australian Gold, marca de proteção solar, levará pela primeira vez à Saquarema um estande para quem quer curtir o campeonato com conforto e proteção. A marca convida para uma experiência “Feeling Gold” em sua ativação, com lounge, chuveiros e um rooftop com ambientação e câmera slow motion para produção de conteúdo. Além disso, haverá uma roleta de gamefication com distribuição de brindes todos os dias do campeonato.
Já a BFGoodrich, que há 150 anos fabrica pneus para entusiastas que procuram desafios, superação e aventuras em todos os tipos de terreno, estará em Saquarema com um estande inspirado nas tradicionais garagens americanas. Nele, os visitantes poderão realizar recarga em seus celulares e tablets, interagir com os influenciadores pet da Família Surf Dog ( Bono, Cacau, Malibu e Moqueca), e ainda concorrer a pranchas feitas pelo lendário surfista brasileiro Rico de Souza e personalizadas ao vivo com artes exclusivas do artista saquaremense Avnil do Art.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







