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Governo do Espírito Santo promove turismo em campanha

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O governo do Espírito Santo convida a todos a “capixabear” e conhecer as belezas e oportunidades do Estado. Com o mote “Espírito Santo é o lugar”, campanha criada pela Ampla traz mensagem bonita e envolvente para divulgar o turismo em terras capixabas. Em outra ação também criada pela agência, o governo evidencia suas realizações nas mais diversas áreas. Ambas as campanhas foram ao ar no final do ano e objetivaram reforçar a imagem do Estado em âmbito nacional e as ações para o público local.

Tendo como “hostess” a atriz capixaba Elisa Lucinda e com o mote “Espírito Santo é o lugar”, a campanha teve mídia nacional em aeroportos, TVs e sites. De acordo com André Muhle, diretor de Criação da Ampla-ES, o filme procurou envolver o espectador divulgando o turismo em terras capixabas. “A mensagem das peças não podia ser mais convincente: seja para investir, empreender, turistar ou se divertir, ‘Espírito Santo é o lugar’.”

A campanha, contando com filme para TV, spot para rádio, banners digitais e posts para as redes sociais e painéis de led nos principais aeroportos do País, evidencia convite feito por Elisa Lucinda para a conhecer o Estado: “Então, arrume a mala, coloque a roupa de banho, o paletó ou o blazer. E faça acontecer! Tem um estado inteiro esperando por você”.

Para mostrar que “cada conquista é um novo passo em direção ao futuro”, o governo do Espírito Santo apresentou campanha criada pela Ampla como uma forma de fazer um balanço das ações que realizou durante 2023 e o que prepara para 2024. São iniciativas que estão fazendo a diferença na vida dos capixabas, em todos os cantos do Estado. De melhorias urbanas a avanços no campo, cada conquista é uma inspiração e um novo passo em direção ao futuro.

“Focada em evidenciar as realizações estaduais nas mais diversas áreas, a campanha utilizou diferentes meios de comunicação para ressaltar o impacto positivo das iniciativas na vida dos cidadãos. Com um jingle inspirador, animado e memorável, reforçou o comprometimento do governo com o progresso e bem-estar de todos os capixabas”, explica Tamyres Mayer, atendimento da conta da Secom-ES na Ampla.

“Estarmos no Espírito Santo há duas décadas nos permite entender o anunciante e o consumidor capixaba e sermos mais assertivos no desenvolvimento de ações e campanhas, proporcionando melhores resultados à imagem de nossos clientes”, conclui Queiroz Filho, CEO da Ampla.

Fichas técnicas
Campanha Turismo
Cliente: Governo do Espírito Santo
Direção de Criação: André Muhle
Coordenação de criação: Bruno Reis
Criação: André Muhle, Rogério Campos, Vanessa Pina, Bárbara Stein.
Gerente de Atendimento: Marla Oliveira
Atendimento: Tamyres Depiante Mayer
Mídia: Grazi Fiorese, Igo Duarte, Andi Nascimento.
Produção: Humberto Wanke
Finalização: Jane de Paula e Jeann Alves

Campanha Institucional
Cliente: Secom – ES
Direção de Criação: André Muhle
Coordenação de criação: Bruno Reis
Criação: André Muhle, Bruno Reis e Rogério Campos.
Gerente de Atendimento: Marla Oliveira
Atendimento: Tamyres Depiante Mayer
Mídia: Grazi Fiorese, Igo Duarte, Andi Nascimento
Produção: Humberto Wanke
Finalização: Jane de Paula e Jeann Alves
Aprovação: SECOM-ES

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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