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GOL lança projeto inovador para promover o turismo brasileiro

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A GOL Linhas Aéreas, maior Companhia aérea do Brasil, lançou neste mês o “Aproximando Distâncias”, um portal sem fins lucrativos para a Companhia, que consiste em uma plataforma de conteúdo e uma loja virtual dedicados exclusivamente à promoção do turismo, da arte e cultura nacional.


Pelo http://www.aproximandodistancias.com.br, 25 artistas e artesãos que dependem do turismo para a comercialização dos seus trabalhos e sofreram o impacto da estagnação do setor foram escolhidos por meio de uma curadoria realizada pela GOL em parceria com a agência Spray Content. Através do portal, eles podem oferecer sua arte e demonstrar suas técnicas artesanais e gastronômicas, uma maneira de gerar renda durante e após a pandemia.


A Spray aliou sua preocupação em trazer conteúdo relevante para as marcas e seu público à missão da GOL em promover conexões e principalmente reforçar seu elo com a cultura brasileira. O propósito era que a iniciativa espelhasse a Companhia, tivesse a responsabilidade social como premissa e se fortalecesse para além de uma ação paliativa ou promocional.

A estratégia, a criação, o desenvolvimento e a implementação do Aproximando Distâncias foram realizados em parceria pelas duas empresas, que enfrentaram duas fases. A primeira foi conceber um marketplace do zero. A segunda, arquitetar uma complexa e inédita logística para gravar com os artistas e artesãos de todo o Brasil sem contato físico, o que envolveu o envio de equipamentos esterilizados para cada personagem, treinamentos de capacitação audiovisual para que eles e suas famílias pudessem ajudar no dia da gravação, além da direção via hangout de Felipe Larozza e Clara Barbosa.


A GOL trabalha a campanha do Aproximando Distância em suas redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, LinkedIn e Twitter) com vídeos e posts sobre os artesãos e suas criações. A iniciativa também contou com o trabalho da VTEX, referência em tecnologia para e-commerce, que se identificou com a iniciativa e promoveu uma implementação objetiva e ágil para o site. À InPress Porter Novelli coube o planejamento estratégico de comunicação para divulgar o projeto à imprensa.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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