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Godiva Propaganda desenvolve campanha bem-humorada para o Halloween da Ad Clinic

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or mais que o Dia das Bruxas não seja uma celebração tradicional na cultura brasileira, cada vez mais percebemos a influência do clássico feriado nos países do hemisfério norte na mídia, no varejo e em diversos espaços ao passo que o dia 31 de outubro se aproxima. De acordo com os relatórios do Google Trends, foi observado que, apenas no mês de outubro, a procura pelo assunto “Dia das Bruxas” dobrou no mecanismo de pesquisa. O mesmo se repete em outras plataformas digitais, no Tik Tok – aplicativo preferido das gerações mais novas – a hashtag #Halloween acumula mais de 50 bilhões de visualizações no aplicativo. Seguindo a tendência sazonal, a agência de publicidade Godiva Propaganda desenvolveu uma campanha bem-humorada para a clínica de estética Ad Clinic.

O Halloween tem origem do Samhain, festival dos povos celtas que celebrava as colheitas e o folclore do retorno dos mortos à terra utilizando fogueiras e máscaras decoradas para afastar os espíritos. Na era moderna, a festa passou a ser comemorada no dia 31 de outubro, antecedendo o Dia de Todos os Santos e conta com símbolos como abóboras, bruxas, gatos pretos e fantasmas. O Dia das Bruxas é amplamente comemorado em países como Estados Unidos, Canadá e Irlanda.

Seguindo a visão da Ad Clinic de que clínica de estética não é tudo igual, a Godiva Propaganda, agência full service especializada em varejo e franchising, trouxe elementos chave das origens e tradições do Dia das Bruxas para compor a campanha “Halloween Ad Clinic – Preços nada assustadores”. As promoções oferecidas aos clientes durante a segunda quinzena de outubro possuem nomes e descrições compostas por referências perspicazes para atrair e fidelizar os clientes.

“Quando trazemos elementos da cultura popular em uma campanha, o público tende a assimilar e achar divertido. Quando eles são combinados com preços especiais e promoções, como é o caso do Halloween da Ad Clinic, o resultado é bem agradável para todos(a)”, comenta Leandro Rampazzo, CEO da Godiva Propaganda .

A equipe da agência foi responsável pelo desenvolvimento de toda a ação, concepção da campanha, criação, estruturação e conceito visual. Para a estratégia de divulgação, serão utilizados os meios digitais, material de ponto de venda e geolocalização.

Cinco procedimentos estarão com preços especiais na promoção temática ao longo da semana e, aos sábados, o Caldeirão Encantado dará aos clientes a oportunidade de fazer todos os tratamentos Ad Clinic de Halloween no mesmo dia para escolher um preferido. Os procedimentos inclusos são: Barriga Assombrada; Lábios Poderosos; Poção da Juventude; Toque de Mágica e Adeus, Vasinhos Tenebrosos. Para participar, basta ir até a unidade Ad Clinic mais próxima e contratar os pacotes promocionais.

Ficha Técnica – Campanha Halloween Ad Clinic

“Halloween Ad Clinic”

Anunciante: Ad Clinic

Título: Preços nada assustadores

Produto: Campanha promocional

Diretor de arte: Denise Ikehara

Redação: Ricardo Faga

Atendimento: Douglas Arruda

Planejamento: Leandro Rampazzo

Aprovação: Sérgio Carvalho – Diretor de Marketing Ad Clinic

Sobre a Godiva Propaganda
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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