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Go Live – Juntos pelo Brasil é lançada para contribuir no combate ao coronavírus e facilitar retomada dos Eventos

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Coalizão iniciada por 10 Entidades do setor prepara plano de mobilização para a retomada segura das atividades “Live”

Dez instituições relacionadas à indústria de Eventos no Brasil – AMPRO, ABEOC, ABRACE, Abrafesta, ABRAPE, ALAGEV, Apresenta, ForEventos, UNEDESTINOS e UBRAFE – anunciam a criação da coalizão Go Live – Juntos pelos Eventos. A iniciativa, inspirada no movimento Go Live Together, de empresas e entidades americanas ligadas ao mercado Live – Feiras, Exposições, Eventos, Shows, Incentivo, Conferências e Trade Marketing – é uma coalizão aberta, reunindo, de forma igualitária, os profissionais, as empresas e as instituições mais representativas do setor. Seu objetivo é contribuir no combate à disseminação do coronavírus e com a retomada segura de eventos e atividades “Live”, tão logo se inicie uma distensão da quarentena e conforme as medidas determinadas pelas autoridades do Governo.

Suportado em três pilares – Segurança, Impacto e Legislação – a coalizão inicia-se com a confecção de um Protocolo para a Retomada da Indústria de Eventos no Brasil. Desenvolvido coletivamente, com base em protocolos da OMS e outras instituições nacionais e internacionais, o protocolo sugerido da Go Live Brasil já foi disponibilizado a autoridades governamentais, reforçando os dados de que os eventos representam um dos setores mais importantes na mobilização da economia e na consequente geração de empregos.

“Toda a recuperação no setor de eventos levará a investimentos incrementais em viagens, hotéis, restaurantes, shopping centers, entretenimento e atividades culturais, apoiando a retomada de negócios de vários setores das comunidades, também dizimados pelo COVID-19”, diz um trecho do documento. Com 43 páginas, o Protocolo trata desde as recomendações de prevenção no ambiente de trabalho até todas as fases de produção, realização de eventos e preparo dos locais / espaços onde serão realizados. Há, ainda, recomendações para adequação das equipes e espaços no período de isolamento social, para que estejam preparados para a retomada das atividades assim que autorizada.

A partir dessa primeira ação, a coalizão será aberta ao mercado, estimulando a adesão de profissionais, empresas ou instituições que atuam no setor. “Esta é uma iniciativa plural e democrática. Queremos todo o setor unido com um propósito comum: combater juntos o COVID-19 e nos preparar para retomada dos Eventos, que serão de grande ajuda também para a retomada dos vários setores da economia”, informa Juan Pablo de Vera, CEO do grupo R1, que está coordenando os trabalhos.

A indústria de Eventos brasileira é uma das mais importantes na geração de empregos e movimentação econômica. É responsável por cerca de 25 milhões de empregos (diretos e indiretos), e por um faturamento anual de cerca de 936 bilhões/ano, que corresponde a 12,93% do PIB nacional.

“Nosso movimento atuará junto às autoridades e líderes de opinião para que mantenham no radar a retomada dos Eventos, tão logo possível, de forma responsável, porém proativa”, salienta Juan Pablo de Vera.

Sobre as Entidades inicialmente participantes da Go Live Brasil: AMPRO – Associação de Marketing Promocional; ABEOC – Associação Brasileira das Empresas de Eventos; ABRACE – Associação Brasileira de Cenografia e Estandes , Abrafesta – Associação Brasileira de Eventos; ABRAPE – Associação Brasileira de Promotores de Eventos; ALAGEV – Associação Latino Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas; Apresenta – Associação dos Promotores de Eventos do Setor de Entretenimento e Afins; ForEventos – Fórum das Entidades do Setor de Eventos; UNEDESTINOS – União Nacional de CVBx e Entidades de Destinos; e UBRAFE – União Brasileira dos Promotores de Feiras.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

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A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.

As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.

Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.

Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”

O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.

A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.

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